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De olho na grande movimentação do verão, Macaé vai fiscalizar embarcações a motor na Lagoa de Imboassica

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Em conjunto com a Marinha e o Instituto Estadual de Ambiente (Inea), a Prefeitura de Macaé inicia, neste sábado, 25, uma ação para fiscalizar a proibição do tráfego de embarcações motorizadas na Lagoa de Imboassica.

Decididas em reunião realizada na Capitania dos Portos, as ações têm o objetivo de contribuir com a preservação do ecossistema e garantir  a segurança de banhistas e dos praticantes de esportes náuticos em um local que, além de ser considerado um dos cartões postais do município, tem um crescimento na movimentação durante essa época de ano da alta temporada.

“As águas tranquilas da lagoa são um convite para quem procura por lazer, bem como para os atletas profissionais e amadores que se aventuram em práticas como a Canoa Havaiana, Stand Up Paddle e Remo”, avaliou a prefeitura, que está preocupada principalmente com a presença de jet-skis na lagoa.

Segundo a prefeitura, a ação foi definida nesta quarta-feira, 22, em reunião na Capitania dos Portos, onde o município foi representado pela Secretaria de Ambiente e Sustentabilidade, e pela Guarda Ambiental.

Durante o trabalho conjunto que deve acontecer neste sábado, a Marinha do Brasil ficará responsável por analisar a situação documental das embarcações, enquanto o Inea e os órgãos municipais realizarão a fiscalização de infrações ambientais.

De acordo com a prefeitura, a ação contará ainda com o apoio da Secretaria de Mobilidade Urbana, que deve atuar para coibir também o tráfego de veículos automotores na faixa de areia, atividade que precisa receber autorização prévia da pasta, como é o caso de carros que transportam veículos náuticos.

“Temos sempre atuado de forma integrada com diferentes instituições para atendimento às demandas e proporcionar a nossa população um melhor ordenamento dos espaços públicos e maior grau de segurança e, nessa atuação na Lagoa de Imboassica, visamos preservar não só o meio ambiente, mas também a integridade física dos banhistas”, explicou o secretário de Ordem Pública, Daniel Bandeira.

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