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Câmara de Macaé recebe setor do petróleo para discutir concessão do aeroporto

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Representantes da indústria do petróleo na cidade estiveram com o presidente da Câmara Municipal, Dr. Eduardo Cardoso (PPS), para manifestar apoio à concessão do aeroporto

O presidente da Câmara Municipal de Macaé, Dr. Eduardo Cardoso (PPS), recebeu, nesta quarta-feira, 18, representantes de instituições e empresas do setor do petróleo para discutir a concessão do aeroporto.

Segundo a Câmara, o grupo entregou ao presidente um manifesto de apoio à medida, inicialmente prevista para ser concretizada até o final do ano, com garantias de investimentos para a ampliação da pista de pousos e decolagens, além de melhorias na infraestrutura.

Os representantes da indústria petrolífera na cidade fazem parte do programa Repensar Macaé, que vem buscando o apoio da classe política depois da polêmica envolvendo o Governo do Espírito Santo, que tentou retirar o Aeroporto de Macaé do lote de concessões liderado pelo aeroporto da capital capixaba.

Todavia, o governo de Macaé, através do ex-superintende do Aeroporto de Macaé, Hélio Batista, e que agora presta assessoria para a prefeitura sobre o processo de concessão, já havia informado, após reunião com Michel Temer (MDB) e seus ministros, que essa ideia estava descartada.

De acordo com o representante da Associação Comercial e Industrial de Macaé (ACIM), Aristóteles Clinton da Silva Santos, a cidade poderá sofrer impactos negativos na economia caso alguma mudança aconteça.

“Já recebemos pessoalmente o apoio do presidente Temer e tivemos a garantia de que nenhuma mudança será feita, mas seguimos empenhados para que a concessão saia do papel”, avisou o representante da ACIM.

Apesar de ser um dos aeroportos com maior número de voos do Brasil, segundo o Legislativo macaense, a atual pista não possui o tamanho mínimo para receber as novas frotas de aviões comerciais de médio e grande porte, conforme Hélio Batista explicou em detalhes ao DIÁRIO no dia 4 deste mês (para saber mais, clique aqui).

Pela proposta do governo federal, haverá recursos públicos para a ampliação da pista, sob a responsabilidade da empresa privada que assumir a administração, já que a atual reforma da pista de pouso e decolagem não será suficiente para que o aeroporto receba voos de aeronaves como o Airbus A310 e o Boeing 737, usados, por exemplo, na ponte aérea Rio-São Paulo.

Depois de receber o manifesto do grupo de empresários do petróleo, Dr. Eduardo confirmou que apoiará o movimento, confiando que a modernização do aeroporto da cidade trará benefícios para o desenvolvimento da cidade.

“Macaé só tem a ganhar com um aeroporto mais moderno, pois é um serviço fundamental na cadeia do petróleo. As perspectivas para os próximos anos são boas e a cidade precisa estar preparada se quiser voltar a crescer”, analisou o presidente da Casa.

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