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Câmara de Casimiro de Abreu repete a de Macaé e também envia manifesto em favor da integralidade do Repetro

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Documento de duas folhas, assinado por todos os 9 vereadores de Casimiro de Abreu, foi encaminhado ao presidente em exercício da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), deputado André Ceciliano (PT)

Repetindo o que já havia feito a Câmara Municipal de Macaé, os vereadores de Casimiro de Abreu assinaram manifesto pedindo à Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj) a adesão integral do estado Repetro.

Capitaneados pelo presidente da Casa, Rafael Jardim (PSB), os vereadores lembram estimativa da Federação das Indústrias do Estado do Rio (Firjan), de que, caso seja aprovada a adesão parcial proposta pelo presidente em exercício da Alerj, André Ceciliano (PT), o estado pode ver extintos mais de 100 mil postos de trabalho.

A carta lembra que o Repetro, estendido pelo governo federal até 2040, permite aos estados que aderirem a ele a “importação de equipamentos específicos para serem utilizados diretamente nas atividades de pesquisa e lavra de jazidas de petróleo e gás natural”, sendo considerado por empresários, especialistas e políticos de toda Região dos Lagos e do Norte Fluminense como uma medida importantíssima para a retomada do setor, que sinaliza, desde o ano passado, com a saída da crise que enfrenta desde 2014.

Os vereadores de Casimiro lembram ainda que, com a revogação proposta pelo deputado Luiz Paulo (PSDB) e o projeto de adesão parcial, de Ceciliano, o Estado do Rio perderá competitividade em relação a outros estados produtores, como São Paulo e Espírito Santo, que já aderiram integralmente ao regime.

Segundo eles, o maior problema do projeto do deputado petista é a remoção dos benefícios fiscais para a fase de produção e desenvolvimento, o que prejudicará ainda mais a arrecadação do estado e a “já combalida economia estadual”, conforme os vereadores casimirenses descrevem no documento.

Os projetos que alteram a adesão do Estado do Rio ao Repetro seguem em tramitação na Alerj, ainda sem data anunciada para serem apreciados em plenário, mas diversos deputados estaduais de diferentes partidos já se manifestaram em defesa do estado e contra a proposta.

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