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Juntos, André Mônica, Miguel Jeovani e Anderson Moura administraram mais de R$ 1,5 bilhão e Araruama vive o caos

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Quem anda pelas ruas de Araruama pode não acreditar, mas os últimos dois governos administraram um orçamento bilionário. Entretanto, a pergunta feita pela população todos os dias é: "Onde foi parar todo este dinheiro?!".

Isso porque, a cidade - comandada nos últimos 3,6 anos por Miguel Jeovani (PMDB) - está mergulhada num caos: unidades de Saúde fechadas, escolas municipais destruídas, ruas sujas e a sensação de abandono que não condiz com toda verba arrecadada em oito anos.

Aliás, André Mônica e Miguel Jeovani tem outra coisa em comum, além de gestões questionáveis: o ex e o atual prefeito tiveram Anderson Moura como vice-prefeito e secretário. Pra quem não se lembra, foi ele quem assumiu o ligar de Jeovani quando esteve afastado pela Justiça do cargo por suspeita de fraude na merenda.

André Mônica e Miguel Jeovani não deixaram legado de desenvolvimento econômico para Araruama, apesar dos recursos que tiveram em mãos para administrar o município. Com isso, a conta chegou e mais uma vez é a população quem paga o pato.


Araruama não foi afetada pela crise

Enquanto muitos municípios da Região vem sofrendo com queda na arrecadação por conta da crise que atinge o país, casos de Macaé e Rio das Ostras, por exemplo, em Araruama os números mostram o contrário.

De 2009 a 2015, a receita da Prefeitura só aumentou. Para se ter uma ideia, no primeiro ano de Governo de André Mônica, a arrecadação bateu perto de R$ 120 milhões. Já no ano passado, fim do terceiro ano de mandato de Miguel Jeovani, a Prefeitura teve em caixa algo em torno de R$ 278 milhões.

Portanto, dinheiro em caixa nunca foi o problema ao longo dos dois últimos governos (André Mônica, Miguel Jeovani e Anderson Moura). É a falta de competência um dos motivos para Araruama estar no estado em que se encontra?!



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