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Trabalhador morre a bordo de navio na Bacia de Campos e família alega negligência médica

Bertha Muniz

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Taifeiro foi encontrado desmaiado em seu camarote, no navio de mergulho Skandi Achiever, no domingo de Páscoa.

Um taifeiro, que trabalhava embarcado a serviço da Petrobras, morreu no domingo de Páscoa, a bordo do navio em que ficava alojado, na Bacia de Campos. Testemunhas afirmam que Luciano de Carvalho Pinto, de 42 anos, teria reclamado horas antes de fortes dores no peito, mas teria sido ignorado. No domingo (21), às 17h45, o trabalhador foi encontrado desmaiado em seu camarote, no navio de mergulho Skandi Achiever. Por meio de vídeo-conferência mediada por enfermeiros a bordo, um médico atestou que o petroleiro havia morrido em razão de um infarto fulminante.

A família alega negligência médica e falta de atendimento adequado, e diz que o taifeiro ainda estava vivo quando foi socorrido por enfermeiros. Por recomendação da Marinha, o corpo do trabalhador foi colocado em uma geladeira e a embarcação deslocou para o Porto do Açu, chegando à terra na madrugada da segunda (22). Agentes da Marinha e da Polícia Federal liberaram o corpo para o translado, feito pelos Bombeiros.

Parentes de Luciano denunciaram até mesmo, que seu corpo teria sido congelado ainda com vida. A Petrobras nega erros no procedimento. Luciano trabalhava para a empresa Uniflex Group – Catering & Supply Services, que prestava serviço para a estatal. O sindicato da categoria emitiu nota em que garante que vai exigir a apuração do caso, e solicita que trabalhadores que tenham informação sobre o caso entrem em contato com o sindicato. O corpo do petroleiro foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Campos dos Goytacazes.

Luciano de Carvalho Pinto, de 42 anos, teria reclamado horas antes de fortes dores no peito, mas teria sido ignorado.

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