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Morte de borracheiro em Cabo Frio tem ligação direta com o caso dos vigias do Espírito Santo, diz polícia

Bertha Muniz

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Felipe Pereira Lessa, de 39 anos,  foi morto a tiros dentro de sua oficina, no bairro Guarani. Ele havia contratado o serviço dos vigias. 

A Polícia Civil afirmou, durante coletiva de imprensa realizada na tarde desta quarta-feira (7), na sede da 126ª Delegacia Policial de Cabo Frio (126ª DP), que o assassinato do borracheiro Felipe Pereira Lessa, de 39 anos, no bairro Guarani, está diretamente relacionada ao caso dos vigias do Espírito Santo. Felipe foi morto a tiros dentro de sua oficina, no dia 29 de julho, por criminosos que passaram em um automóvel efetuando disparos.

"O borracheiro contratou o que eles chamam de vigilantes noturnos. Isso chegou aos ouvidos dos traficantes, que entenderam que isso era uma atividade de milícia, que poderia, de alguma forma, prejudicar as atividades criminosas na região, e mataram, de forma também covarde, o borracheiro", destacou o delegado Sérgio Caldas.

A polícia afirmou que há ainda a suspeita de que o carro utilizado para no assassinato do borracheiro, um Fiat Siena de cor branca, possa ser o mesmo veículo utilizado no sequestro dos vigias.

Os vigias Luiz Paulo dos Santos França, de 29 anos, e Héder Henrique, de 32 anos, desapareceram no dia 27 de julho. Outro vigilante conseguiu escapar e pediu ajuda para policiais militares. Ele foi fundamental para o avanço das investigações.

Ainda de acordo com a polícia, o crime teria sido cometido por traficantes da Comunidade do Lixo, no bairro Manoel Corrêa, que confundiram os homens com milicianos.

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