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Crimes violentos apresentam redução de até 63% na área do 32º BPM no primeiro semestre de 2019

Bertha Muniz

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Batalhão que abrange Macaé, Carapebus, Casimiro de Abreu, Conceição de Macabu e Quissamã, alcançou metas estipuladas pela Secretaria de Segurança do Estado.

O 32º Batalhão de Polícia Militar (Macaé), que abrange a Capital do Petróleo, além de Carapebus, Casimiro de Abreu, Conceição de Macabu, Quissamã e Rio das Ostras, é um dos 12 batalhões da Polícia Militar que conseguiram saldo positivo de combate à criminalidade nos seis primeiros meses de 2019.

Em janeiro deste ano a Secretaria de Segurança do Estado do Rio de Janeiro estipulou uma meta de redução de crimes em todas as cidades para os batalhões da Polícia Militar. Sob o comando do coronel André Henrique, há quase seis meses, o 32º BPM, conseguiu cumprir os objetivos do primeiro semestre estipulados pelo órgão estadual.

Considerando os seis municípios abrangidos pelo 32º BPM houve uma redução de 63% nos roubos de rua e de 53% nos roubos de veículos. As ocorrências de crimes contra a vida tiveram redução de 52% em toda a região.  Já o número de apreensões de drogas subiu 24% e as prisões em flagrante tiveram aumento de 28%.

O 32º BPM foi um dos batalhões do interior do Rio que mais se desenvolveram nos últimos meses na redução dos índices de criminalidade. Para chegar ao resultado, foram comparados os indicadores de letalidade violenta e de roubos de veículos e de rua do primeiro semestre com os dados do Termo de Comunicação de Meta, documento interno da Secretaria de Segurança em que a pasta comunica as metas para os seis primeiros meses do ano às polícias Civil e Militar.

“Não foi nada fácil. O empenho de Oficiais e Praças nessa missão foi a chave para vitória. Trabalhando com foco em Inteligência Policial, Análise Criminal, Repressão Qualificada e Polícia de Proximidade, os resultados foram conquistados passo a passo. Foram seis meses de serviços intensos e dedicação de cada policial militar. Essa conquista não é exclusiva para o 32° BPM, mas para a sociedade como um todo que ganha com a diminuição de crimes. Sem a parceria e integração entre os órgãos que compõem o sistema de Segurança Pública não seria possível esses resultados positivos”, afirmou o comandante do 32º BPM.

Neste primeiro semestre, o  32º BPM, a secretaria estipulou uma redução de 5% na letalidade violenta, 8% nos roubos de veículos e 9% nos roubos de rua em relação ao primeiro semestre de 2018. Policiais dos batalhões que conseguem as melhores pontuações ganham direito a bonificações de até R$ 3 mil.

Comando da PM destaca o trabalho de integração com a Polícia Civil de Macaé, para a redução dos índices de criminalidade.

Considerado estratégico pelo ISP para medir a criminalidade no estado, o critério "letalidade violenta" reúne informações sobre homicídio doloso, morte por intervenção de agente do Estado, latrocínio (roubo seguido de morte) e lesão corporal seguida de morte. O indicador para roubo de rua é composto pela soma das ocorrências de roubo a pedestres, roubo de celular e assalto em ônibus.

Para que um batalhão seja premiado, o Percentual de Cumprimento das Metas semestrais para cada um dos três Indicadores Estratégicos de Criminalidade deverá ser igual ou superior ao limite mínimo de 90% das metas estabelecidas, desde que cumpridas às condições estipuladas.

O limite máximo a ser considerado para o Percentual de Cumprimento de Meta é de 120% para cada indicador. Assim, mesmo que uma determinada área ou batalhão atinja um desempenho superior a 120,0% da meta estabelecida, a variação máxima a ser considerada será de 120,0%. Deste modo, o IDM também terá como limite máximo o valor de 120%.

O comandante do 32º BPM, coronel André Henrique, posa com agentes da Mobilidade Urbana e do GAOp da Guarda Municipal de Macaé.

“Queremos agradecer ao Comando do 6° CPA, pelo apoio incondicional e orientações relativas à Análise Criminal. As delegacias de todos os municípios, somos gratos pela parceria nas ações integradas. As Guardas Municipais pela atuação operacional conjunta na Mancha Criminal, com destaque para o GAOp (Grupo de Apoio Operacional),  e Mobilidade Urbana de Macaé. Os Conselhos Comunitários de Segurança com a  contribuição na aproximação entre o Comando da Unidade e a polução da região e o Instituto de Segurança Pública no acompanhamento dos números e apoio estatístico”, complementou o coronel André Henrique.

 

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