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Caso Elisângela: Boatos são de morte provocada por marinheiros

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Polícia Civil investiga todas as versões apresentadas. A mais recente é de briga com oficiais da Marinha

 

 

A mais recente versão para a morte da jovem Elisângela Gonçalves Pereira, que morreu no domingo depois de resgatada com muitos ferimentos na Fonte do Itajurú é de que tenha sido morta por militares da Marinha, após discutir com os mesmos em um bar da cidade. A Polícia Civil está investigando todas as informações e não se pronuncia a respeito, já que a morte está cercada de muitos boatos e poucos fatos concreto.

Dr. Sérgio Caldas delegado de Cabo Frio falou que a morte foi provocada por atropelamento. "As câmeras de segurança que analisamos mostram que ela de fato foi atropelada, mas não visualizam o momento do impacto. Apesar de ter ficado internada alguns dias, ela ficou todo o tempo inconsciente. As imagens mostram dezenas de pessoas bebendo em frente ao local do atropelamento no momento da colisão, mas ainda não conseguimos identificá-las. Estamos em busca dessas testemunhas, que terão sigilo garantido, para que elas nos ajudem a solucionar as circunstâncias que resultaram na morte da Elisângela". A polícia não descarta a hipótese de ter sido um atropelamento criminoso, o que vem de encontro à terceira versão do caso, que inclui dois marinheiros na descrição do crime.

Essa versão surgiu de um comentário feito em um portal de notícias. A pessoa afirma que Elisângela ela foi colocada em um carro e jogada nas proximidades da Fonte do Itajurú. A denúncia revela ainda que os agressores moram no bairro Jardim Caiçara, em Cabo Frio. Horas após a publicação, a mensagem foi apagada dos comentários do portal. A primeira hipótese para o crime registrado no último domingo (20) foi um suposto desentendimento com um namorado, que nem mesmo a família da vítima conhecia, segundo a imprensa.

Tânia Garabini

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