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Caso Dandara: Assassino confesso é condenado em júri popular

Bertha Muniz

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Acusado pela morte de Dandara Ramos, em Conceição de Macabu em setembro do ano passado, Gabriel Rangel foi condenado a 26 anos de prisão em regime fechado.

O corretor de imóveis, Gabriel Barros Rangel, acusado de matar Dandara Ramos em setembro do ano passado em Conceição de Macabu, foi a júri popular nesta terça-feira (13) no Fórum do município. O julgamento, que estava marcado para às 10h, só começou por volta do meio dia, com cerca de duas horas de atraso.

Por determinação do juiz, o julgamento ocorreu de portas fechadas. Apenas advogados, estagiários, sete jurados, cinco testemunhas de defesa e outras cinco de acusação, além da Promotoria, podem participar no plenário.

A mãe de Dandara veio de Franca, no interior de São Paulo, para acompanhar o júri de perto. Mas, não conseguiu ter acesso ao Fórum, assim como, a família do réu confesso.  O julgamento terminou por volta das 20h30 no Fórum de Conceição de Macabu, após mais de sete horas de plenário.

Foram sete jurados, cinco testemunhas de acusação, cinco de defesa, advogados e Promotoria. Familiares não puderam acompanhar a sessão, comandada pelo Juiz Wyclife de Melo Couto.

Camburão que levou Gabriel ao julgamento.

O caso

A jovem, que era funcionária do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), morreu com dois tiros na cabeça e o corpo foi abandonado em uma estrada de Macabuzinho, distrito de Conceição. Gabriel, que é filho de um ex-prefeito da cidade, está preso na Cadeia de Itaperuna. Ele é foi condenado pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver.

De acordo com a polícia, uma suposta gravidez de Dandara teria sido o motivo para que o rapaz tenha assassinado a jovem. Porém, um lado do Instituto Médico Legal (IML) não apontou que Dandara estava esperando um filho.

 

Dandara ficou sumida por poucos dias. Moradores da cidade, familiares e amigos fizeram um protesto na porta da 122ª Delegacia de Polícia pedindo por justiça e agilidade nas investigações. Foi nesse momento que Gabriel, principal suspeito, confessou a autoria enquanto prestava depoimento.


 

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