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Assassino de casal de tatuadores em Macaé morreu de infarto na prisão, aponta perícia

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Luiza Barbosa Pereira, de 20 anos, e Renan da Silva Pereira Abade, de 19, foram mortos a tiros dentro de um carro de aplicativo. 

A Polícia Civil divulgou a causa da morte de Adriano Lopes Prata, de 44 anos, assassino confesso de um casal de tatuadores em Macaé, e que foi encontrado morto no isolamento do Presídio Dalton Crespo de Castro, em Campos dos Goytacazes, na manhã desta terça-feira (30).

Segundo o delegado titular da 146ª Delegacia de Polícia de Guarus, Pedro Emílio, a necropsia feita no Instituto Médico Legal (IML) de Campos não apontou nenhum tipo de violência física.

"Não foi verificada qualquer marca externa de violência. Realizada a inspeção interna, foi verificado que, de fato, a morte se deu em função do infarto", declarou Emílio.

O crime ocorreu na Estrada do Imburo, em Macaé, no dia 21 de julho. Adriano havia sido preso no dia 22 de julho, na Rua 9, no bairro Parque Aeroporto, com a arma utilizada no crime, uma pistola calibre 380, com 19 munições do mesmo calibre.

Adriano havia confessado, em depoimento a Policia Civil, que matou o casal de tatuadores cabo-frienses Luiza Barbosa Pereira, de 20 anos, e Renan da Silva Pereira Abade, de 19, para que ele não precisasse pagar pelo serviço.

Adriano havia confessado, em depoimento a Policia Civil, que matou o casal de tatuadores cabo-frienses.

O acusado alegou ser um policial civil baleado na perna e pediu para que os tatuadores fossem até a casa dele, no Aterro do Imburo, em Macaé, para fazer duas tatuagens, um símbolo da Polícia Civil e uma Fênix, que custariam cerca de R$ 1,2 mil, segundo o delegado Filipi Poeys, titular da 123ª Delegacia Policial de Macaé (123ª DP) .

Durante o depoimento, o acusado confessou que solicitou a corrida por aplicativo com as vítimas, após a realização do serviço, alegando que ia buscar o dinheiro na casa de um amigo. No caminho, ele executou o casal e atirou contra o motorista, que sobreviveu, mas perdeu um rim e parte do fígado.

A mulher de Adriano, Maria das Graças Rocha Figueira Prata, de 55 anos, apontada como co-autora do crime, foi capturada no dia 25 de julho, e está encarcerada na penitenciária feminina Nilza Silva dos Santos, em Campos do Goytacazes.

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