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Passada as eleições, Macaé faz um balanço e tenta driblar pendências

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A última vez que o Macaé entrou em campo nesta temporada foi no dia 18 de setembro. Na ocasião, a equipe empatou em 1 a 1 com o Botafogo-SP, se livrou matematicamente do risco de rebaixamento na Série C do Brasileirão e se despediu do ano 2016. De lá para cá, o clube praticamente parou, muito por causa das eleições municipais, já que o presidente “Mirinho” era candidato a vereador e estava em campanha. A expectativa agora é de que, com o fim das votações, o trabalho seja retomado aos poucos.

Antes de dar o pontapé inicial em qualquer tipo de planejamento para o ano que vem, no entanto, a diretoria alvianil tem algumas pendências para resolver. Entre elas, estão questões de pessoal, administrativa, salários, entre outras.

Uma das primeiras questões que precisam ser definidas diz respeito à comissão técnica. Josué Teixeira continuará como técnico da equipe no Campeonato Carioca do ano que vem? O treinador está em Niterói desde que a Série C terminou e não recebeu nenhum contato do clube até o momento. Apesar da briga contra o rebaixamento na competição, Josué teve seu trabalho elogiado nessa quarta passagem pelo clube.

Antes de separar orçamento para investir no mercado e estipular potenciais alvos, o Macaé precisa saber quem do elenco fica para a próxima temporada. No momento, somente oito jogadores têm contrato longo o suficiente para disputar o Carioca do ano que vem: os goleiros Marcão e Paulo Victor; o zagueiro Matheus Cambuci; os volantes Gedeil dos Santos e Luis Mário; e os meias Fernando Santos e Lepu.

A mais urgente das pendências é o pagamento dos jogadores a quem o clube ainda deve. Muitos atletas não receberam os salários referentes ao mês de agosto e aos dias trabalhados em setembro (cerca de três semanas). Alguns casos já foram resolvidos, como o do atacante Deivison, que havia externado a situação na semana passada.

Entre todas as questões, talvez seja a de menos urgência, ou seja, pode ser tratada tanto esta semana como daqui a um mês. Em 2014, a verba arrecadada pelo patrocínio da prefeitura foi de pouco mais de R$ 500 mil. Este ano, foi ainda mais reduzida. Com a reeleição do prefeito Dr. Aluizio Junior em Macaé, com quem o clube tem boa relação, a tendência é de que o assunto seja rediscutido. A diretoria precisa saber até onde pode contar com o poder público para definir justamente qual será o tamanho do orçamento para a próxima temporada.

 

Foto: Divulgação

 

 

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