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Fluminense tenta virar a chave após eliminação precoce na Sul-Americana

Sérgio Barcellos

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A precoce e surpreendente eliminação do Fluminense na Sul-Americana deixou marcas no elenco. A ferida ainda está aberta e é possível perceber a frustração nos jogadores. O time vinha de boas atuações e grande expectativa de avançar na competição, mas a queda na 1ª pegou muita gente de surpresa. O time agora tenta virar a chave para focar em outros objetivos, como o Carioca e a Copa do Brasil.

O lateral-esquerdo Egídio foi um dos jogadores que comentaram a eliminação diante do Unión La Calera. O Tricolor das Laranjeiras acabou deixando a competição após dois empates e por ter sofrido um gol em seus domínios.

"Logo após o jogo foi aquele sentimento horrível de ser desclassificado. Nossa expectativa era 100% de passar. O clima na volta para o hotel foi muito ruim. Pensamento de que não podia ter acontecido aquilo, mas, infelizmente, aconteceu. É o futebol. Lógico que o torcedor ficou triste, muito chateado. Nós, jogadores, a diretoria e o presidente também", contou Egídio.

Apesar do clima de tristeza ainda se fazer presente, o lateral-esquerdo lembrou que é preciso virar a chave. Isso porque o time não tem muito tempo para ficar lamentando, já que fará a sua estreia na Copa do Brasil na quarta-feira (26) contra o Moto Club, em São Luís.

"Foram três dias horríveis. É para ficar triste, é para doer sim, mas já passou. Não podemos ficar nos remoendo com passado. Mas não tem como voltar atrás. Já foi. Bola para frente. Agora temos mais uma decisão pela frente, na Copa do Brasil. Agora é pensar na frente e focar. Será um jogo difícil, mas temos totais condições de passar", encerrou o lateral.

Foto: Lucas Merçon

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