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Fluminense tenta negociar nova redução salarial junto aos jogadores

Sérgio Barcellos

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O Fluminense está buscando nos bastidores formas de amenizar e combater a crise provocada pela disseminação do coronavírus. Após reduzir o salários dos jogadores em março, abril e maio, o clube negocia junto aos atletas a possibilidade de reduzir novamente os vencimentos agora em junho.

A informação foi confirmada pelo próprio presidente Mário Bittencourt, durante uma live no perfil @etamussino, realizada na noite da última quarta-feira (22).

"No Fluminense, partiu dos próprios diretores, executivos de todas as áreas, a redução de 15% dos salários. Com os jogadores, conseguimos um acordo onde eles em março renunciaram a 15% e deram desconto de mais 20% para pagar na frente; em abril pagamos 50% das férias, que ficaram nesse mês pela pandemia, e vamos pagar os outros 50% mais o terço constitucional só em dezembro; e em maio eles renunciaram a 25%. Em junho seguimos em negociação sobre a renúncia de 25%. Ainda não batemos o martelo com relação ao elenco profissional", explicou Mário.

No acordo feito com os jogadores até maio, ficou decidido que haveria uma nova negociação sobre redução se o futebol continuasse parado no país, mas o Campeonato Carioca voltou em junho, e o Fluminense teve o seu primeiro jogo após a quarentena no dia 28, contra o Volta Redonda no Estádio Nilton Santos. Os salários de maio e junho, que venceu no dia 7 de julho, ainda estão atrasados.

Mário afirmou também que haverá negociação com o Sindicato dos Funcionários em Clubes (Sindeclubes) para redução do quadro de funcionários com o objetivo de preservar os empregos durante a pandemia. Até aqui, o Fluminense foi o único dos grandes do Rio que não demitiu na quarentena.

Foto: Lucas Merçon

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