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Flamengo estima grande economia após demissões de funcionários

Sérgio Barcellos

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O Flamengo está tentando equilibrar suas finanças e sobreviver a pandemia do coronavírus. Para contornar a crise, o Rubro-Negro anunciou o corte de 62 funcionários. Após a onda de demissões, a diretoria calcula uma economia de pouco mais de R$ 6 milhões por mês. Esse montante pode chegar a cerca de R$ 12 milhões no total, se levarmos em conta o acordo para a redução de salário dos jogadores no período de maio e junho.

Além da demissão de funcionários, o Flamengo também fez um acordo com o Sindiclubes para reduzir os salários de empregados que ganham acima de R$ 4 mil. Outro corte importante promovido pela diretoria diz respeito ao pagamento dos direitos de imagem dos atletas. Todas essas ações fazem parte do projeto de reduzir custos com o intuito de manter a saúde financeira do clube.

Outro corte importante promovido pela diretoria diz respeito ao pagamento dos direitos de imagem dos atletas. O pagamento foi postergado para janeiro de 2021 e será realizado em 10 parcelas. Só com direitos de imagem, o clube estima uma economia de cerca de R$ 4 milhões por mês. Cabe lembrar que essa pagamento não saiu da folha e, sim, será cobrado no próximo ano.

"As medidas tomadas esta semana (a mais dolorosa delas sendo a redução de aproximadamente 6% de seu quadro de colaboradores), aliadas a este importante acordo com os jogadores, ajudarão o clube: a quitar todos os direitos trabalhistas dos ex-colaboradores; a preservar ao máximo o emprego e o pagamento em dia de mais de mil colaboradores, entre funcionários e atletas; a manter a prestação dos serviços para os 16 mil sócios da sua sede social e a continuar com a performance esportiva de excelência em todos seus esportes, desejo dos 42 milhões de torcedores que formam a Nação Rubro-Negra", afirmou o clube por meio de nota.

A pandemia gerou inúmeros prejuízos ao Flamengo desde a arrecadação com bilheteria até a perda de um patrocinador do calção, que rendia R$ 3 milhões aos cofres do clube por ano. Diante deste cenário, o Rubro-Negro chegou a pegar um empréstimo de R$ 40 milhões para manter o fluxo de caixa.

Foto Alexandre Vidal

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