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Flamengo causa polêmica em meio a pandemia do coronavírus

Sérgio Barcellos

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O Flamengo vem causando bastante polêmica ao defender a volta do futebol em meio a pandemia do coronavírus. Nesta quarta-feira (20), o Rubro-Negro voltou as manchetes dos jornais após retomar os treinamentos no gramado do Ninho do Urubu, descumprindo orientação da Prefeitura do Rio, que proibiu esse tipo de atividade visando conter a disseminação do vírus.

Inicialmente, a diretoria do Flamengo afirmou que a volta seria apenas para avaliações. Só que os jogadores foram flagrados no campo nesta quarta. Segundo informações, um grupo de nove jogadores e quatro membros da comissão técnica treinaram em um campo, enquanto no outro estavam mais dez atletas e outros quatro membros da comissão. O Rubro-Negro entende que esse tipo de atividade não configura treinamento, e por isso, não está desobedecendo à determinação das autoridades.

Do outro lado, a Prefeitura do Rio afirma que só liberou a volta da fisioterapia e não os treinamentos em campo. A secretária municipal de saúde, Beatriz Busch, falou sobre o assunto em entrevista ao Globoesporte.com.

"Foram aprovados os procedimentos do caderno de encargos para evitar contágio quando os clubes voltarem aos treinos e aos jogos. Foi autorizada também a volta dos atletas que estavam em fisioterapia cujos casos poderiam agravar. Foi comunicado ao presidente do Flamengo e o Vasco que isso tinha sido deliberado. Pelo conselho, não foi aprovada a volta aos treinos", explicou a secretária.

Na última terça-feira (19), o presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, o médico Márcio Tannure e o diretor de marketing do clube, Alexsander Santos, se reuniram com o presidente da República, Jair Bolsonaro. No encontro, o Rubro-Negro manifestou o desejo de voltar a jogar. A reunião contou também com a presença do presidente do Vasco, Alexandre Campello.

Foto: Alexandre Vidal

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