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Eduardo Bandeira de Mello dá declarações fortes contra a CBF

Sérgio Barcellos

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A relação entre o Flamengo e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) ficou um tanto quanto estremecida nesta semana. Alegando estar sendo prejudicado com a convocação de jogadores para amistosos internacionais, a diretoria do Rubro-Negro entrou com um pedido na CBF para adiar o confronto de ida da semifinal da Copa do Brasil diante do Corinthians, que será realizado no dia 12 de setembro. A entidade máxima do futebol brasileiro negou o pedido, causando a ira do presidente Eduardo Bandeira de Mello.

O Flamengo queria o adiamento para que a partida fosse realizada na semana seguinte, no dia 19 de setembro. A CBF, por sua vez, não quis conversa e prontamente negou o pedido. Dessa forma, o Rubro-Negro não poderá contar com dois de seus titulares. Lucas Paquetá estará a serviço da Seleção Brasileira, enquanto que Cuéllar foi chamado para defender a Colômbia. Outro convocado do Flamengo é o lateral peruano Trauco, que atualmente está na reserva.

“Estamos muito decepcionados pois a CBF demonstrou que não respeita a competição que ela própria organiza. Está interferindo no equilíbrio técnico do principal torneio mata-mata do futebol brasileiro. A situação já era inadmissível pois a motivação era a realização de amistosos inexpressivos da seleção”, afirmou o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello.

O mandatário foi além e teceu outras críticas a decisão da CBF. “Agora que a data de 19 de setembro está liberada nem isso pode mais ser alegado. O Flamengo será prejudicado tecnicamente por uma decisão arbitrária e descabida”, afirmou Bandeira de Mello, aproveitando para alfinetar também o Corinthians, que teve o lateral Fágner entre os convocados. “Soube que eles não querem o adiamento. O que se explica. Eles são beneficiados”, complementou o presidente.

A entidade máxima do futebol brasileiro se manifestou sobre o caso por meio de nota. “A CBF não considerará qualquer pedido de alteração de datas da Copa do Brasil por entender que o calendário do futebol brasileiro, publicado ainda em setembro de 2017, deve ser cumprido a despeito de resultados ocasionais ocorridos em outras competições, cujas datas já integram e são respeitadas pela agenda nacional. A CBF parte do princípio de que o calendário elaborado de forma técnica e precisa deve ser fielmente cumprido em observância aos interesses dos clubes brasileiros, da igualdade competitiva e do torcedor, que se organiza previamente para acompanhar seu time do coração”,

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