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Com definição de time boliviano, Flamengo terá 2 jogos na temida altitude na Liberta 2019

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Com Renato Augusto (com o médico, ao centro) ainda como jovem promessa, Flamengo precisou de máscaras de oxigênio para arrancar um empate em 2 a 2 contra o Real Potosí e os mais de 4 mil metros de altitude pela fase de grupos da Libertadores de 2007

Único time do Estado do Rio na Copa Libertadores da América 2019, o Flamengo conheceu, na última semana, o último integrante do Grupo D, que já contava a LDU, do Equador, e o Peñarol, do Uruguai.

O representante boliviano saiu após a confirmação do título nacional para o San Jose, que segurou o empate em 1 a 1 contra o Royal Pari, mesmo com um jogador a menos, e conseguiu a vaga na chave de brasileiros, uruguaios e equatorianos.

Com isso, o Mengão terá 2 jogos na temida altitude, já que o San Jose mandará seus jogos em Oruro, cidade a 3.700 metros de altitude, enquanto que a LDU, campeã da Libertadores em 2008, receberá seus adversários em Quito, a 2.850 m de altitude.

Arma famosa dos clubes dos países andinos no continente, a altitude já criou problemas para o Fla em outras edições do torneio, onde o clube da Gávea não vence jogando em cidades com mais 2 mil metros de altitude justamente desde 2008, quando goleou o América do México por 4 a 2 mesmo nos 2.250 m acima do nível do mar.

Mesmo assim, a lembrança não é boa para os rubro-negros, já que, mesmo com a vantagem, o Maracanã lotado viu Cabañas, em noite inspirada, fazer os 3 gols dos mexicanos na vitória por 3 a 0 que eliminou um time em noite apática daquela edição da competição.

De lá para cá, foram outros 3 jogos na altitude, com duas derrotas e um empate, na edição do ano passado, quando o Rubro-Negro carioca ficou no 0 a 0 contra o os colombianos do Santa Fé, em Bogotá, a 2.640 m acima do nível do mar.

As duas derrotas anteriores foram em 2012, contra o Real Potosí (2x1), em Potosí (4.067 m) e em 2014, contra o Bolívar (1x0), em La Paz (3.640 m), curiosamente 2 times bolivianos, contra quem, na altitude, o Flamengo só venceu uma vez no torneio.

O confronto foi contra o Jorge Wilstermann na partida de ida da semifinal da Libertadores de 2981 e o Mengão venceu por 2 a 1, em Cochabamba, que fica 2.750 m, com gols de Baroninho e Adílio.

Na volta, o Rubro-Negro de Zico, Júnior, Leandro e tantos outros craques arrasaria os bolivianos por 4 a 1 no Maraca, com gols de Nunes, Adílio, Anselmo e Chiquinho, e avançaria para sua única decisão da Libertadores, e também sua única conquista do maior torneio continental.


 

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