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Atual bicampeão da Liffa, Macaé Oilers realizará seletiva na próxima semana

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Atual bicampeão da Liga Fluminense de Futebol Americano (Liffa), o Macaé Oilers dará início na próxima semana a preparação para a temporada 2017. O primeiro passo será a realização de uma seletiva (chamada de Try Out), que tem como objetivo observar jogadores e descobrir novos talentos que possam vir a ingressar no time principal. A atividade será realizada no próximo dia 14 de janeiro, às 14 horas no campo de grama sintética em frente ao Quenzas Hall e o Hotel Dubai.

A seletiva ficará sob os cuidados do treinador do Macaé Oilers, Patrick Ribeiro, que será auxiliado pelo coordenador ofensivo Bruno Oliveira, o defensivo João Bugão, o também coordenador Dalmo Mendonça e o preparador físico Maycon Campanati. A atividade será realizada seguindo o modelo americano “combine” da NFL (National Football League ou Liga de Futebol Americano). Nela os participantes serão submetidos a testes físicos, onde serão observados diversos fatores como estatura, peso, coordenação motora, entre outros.

Os aprovados vão passar à fase seguinte, onde serão realizadas atividades específicas do futebol americano como tiro de 40 jardas, jump (pulo) na vertical, teste de habilidade com cones, entre outros. “Não temos certeza de quantos atletas vamos observar. No ano passado tivemos em torno de 35 jogadores na seletiva. A expectativa é ultrapassarmos esse número esse ano, muito em virtude do sucesso do Oilers na última temporada”, contou o presidente do clube, Nivaldo Valadão.

A idade mínima para participar da seletiva é de 16 anos. Ela também conta com uma taxa de inscrição de R$ 10,00. No dia da realização da atividade, cada participante deverá levar uma camisa ou camiseta branca, short, garrafa de água e tênis ou chuteira society.

Em contato com a reportagem, o presidente Nivaldo Valadão revelou também as pretensões do Macaé Oilers para a temporada 2017. Uma delas é disputar o Campeonato Brasileiro da Série B. “Esse é um sonho antigo. Ele já esteve em pauta no ano passado. Nós só não disputamos o Brasileiro por dois fatores. Um deles é que em 2016 estávamos estreando na categoria full pads (equipamento completo) e precisávamos de um período de adaptação com o equipamento. Utilizamos a Liffa para isso. Essa necessidade já foi suprida esse ano. O segundo fator é financeiro. Um campeonato que vai rodar o Brasil envolve uma logística diferenciada. Hoje não dispomos de tais recursos para bancar nossa participação. Por isso fica aqui o nosso pedido de ajuda a empresários para que possamos erguer essa modalidade na cidade”, encerrou Nivaldo.

Sérgio Barcellos

Foto: Manoel Germano

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