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Atuação atípica chama a atenção no Fluminense e Diniz explica

Sérgio Barcellos

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O Fluminense não fez o que costuma fazer e acabou dando adeus ao Campeonato Carioca com o empate por 1 a 1 com o Flamengo. Pela primeira vez na temporada, o Tricolor das Laranjeiras teve menos posse de bola do que o adversário. O fato chama a atenção já que mesmo quando atuou com os reservas diante do mesmo rival, isso não havia acontecido.

Um dos motivos que podem explicar esse desempenho atípico foi a ausência de jogadores importantes como Ganso, Airton, Digão, Léo Santos e Mascarenhas. Na coletiva de imprensa pós-jogo, o técnico Fernando Diniz explicou a atuação atípica do time.

“Não é que os desfalques influenciaram por desnível técnico – temos uma equipe nivelada tecnicamente. Mas como temos pouco tempo para treinar, quando mexemos muito nas peças, perdemos entrosamento. Quando treinamos e jogamos muito com a mesma equipe, fica mais fácil sair de momentos de pressão. Quando não se tem esse entrosamento, você tem um número maior de erros”, disse o treinador.

O treinador também fez um balanço sobre o trabalho desempenhado até aqui. “É um time que está se conhecendo. Estamos há três meses trabalhando juntos, mas com muitos problemas. Começamos com Ibañez, ele saiu, Digão teve lesão, Léo Santos se machucou, expulsão do Ganso. É um elenco que está se conhecendo e sendo muito mexido, com pouco tempo para treinar. Saldo é positivo. Tenho que parabenizar os jogadores. Treinamos e jogamos de uma maneira muito intensa. Eles estão fazendo muito pelo pouco tempo que estamos trabalhando juntos”, finalizou Diniz.

Foto: Lucas Merçon

 

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