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Após crescimento acima de média, Fluminense vê programa de sócio-torcedor estagnar

Sérgio Barcellos

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A pandemia do coronavírus criou uma crise financeira mundial sem precedentes. O Fluminense foi um dos clubes que sofreu com esse processo por conta de queda de suas receitas. Diante deste cenário, a diretoria do clube optou por dar mais atenção ao programa de sócio-torcedor como tentativa de contornar a crise e minizar os impactos financeiras causados pela Covid-19.

A estratégia deu bastante certo nos primeiros meses, principalmente após a contratação do ídolo Fred. Após fechar o retorno do jogador, o clube viu surgir uma onda de adesões e o programa alavancar de maneira significativa. Foram quase sete mil novos sócios em um mês. Só que nos últimos meses, esse número vem caindo, o que já gera certa preocupação nos bastidores.

Em 19 de junho o Flu inaugurou no site oficial um contador de sócios com 26.896 adimplentes. Em 18 de julho esse número já era de 33.147. No dia 21 de agosto, o clube ultrapassou a marca dos 37.477 torcedores contribuindo com o programa, mas, a partir daí, o crescimento parou. No início de outubro, dia 8, constavam 37.459 sócios no portal.

Após o número de adesões estagnar, a diretoria vem buscando alternativas para alavancar novamente o programa. Só que até o momento, o clube não divulgou novas ações para o sócio-torcedor. Eles seguem sem uma previsão para o lançamento de uma nova leva de planos. Existe a expectativa de que isso mude após a liberação do público nos estádios. O problema é que isso ainda não tem uma previsão para acontecer.

Foto: Lucas Merçon

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