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Alexandre Campello se defende de acusações no Vasco

Sérgio Barcellos

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O presidente do Vasco, Alexandre Campello, concedeu uma entrevista coletiva nesta quinta-feira para se defender das acusações recebidas pelo Conselho Fiscal do clube. Na figura de seu presidente, Edmilson Valentim, o Conselho suspeita de gestão temerária e por isso pediu a Campello a apresentação de documentos para fiscalização da atividade financeira da diretoria no ano passado.

Campello chegou a coletiva de imprensa carregando caixas de documentos da atividade contábil do Vasco em 2018. Ele estava acompanhado do vice-presidente de Controladoria, Adriano Mendes, e também do vice-presidente de finanças do clube, João Marcos Amorim.

“Talvez o presidente do Conselho Fiscal tenha dificuldade de entender os documentos. Qualquer um com conhecimento médio saberia interpretar que o dinheiro foi transferido de uma conta para outra. Quem tem uma gestão temerária não contrata empresa para fazer consultoria e nem assina contrato como estamos fazendo”, cutucou Campello.

Campello também mostrou se tranquilo com a possibilidade de investigação sobre a venda de Paulinho. “O Vasco fez um acordo com juros abaixo do mercado com o empresário Carlos Leite e firmou o compromisso que o primeiro dinheiro que entrasse seria para pagá-lo. A primeira garantia foram as cotas da FERJ de 2020, quando surgiu a possibilidade da venda de Paulinho. Sem a venda não seria possível manter as atividades no clube e ficou acordado com Carlos Leite que ele teria prioridade na negociação do jogador”, esclareceu o presidente do Vasco.

O dinheiro da venda de Paulinho – 18,5 milhões de euros – foi utilizado para quitar as despesas internas do clube. “Foi feito um planejamento de fluxo de caixa. O dinheiro foi usado para pagar funcionários, acordos extra-judiciais e despesas do clube”, finalizou Campello.

Foto: Paulo Fernandes


 

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