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Estudantes de Robótica de Macaé também prestigiaram a Brasil Offshore 2017

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Trabalhos dos estudantes da rede municipal ganharam elogios de empresários

 

Foto: Ana Chaffin

 

 

Da Redação

 

Os estudantes de Robótica da rede pública municipal de Macaé participaram da 9ª edição da Feira Brasil Offshore, apresentando propostas de tecnologia para empresas do setor, por meio do projeto #inovareaprender, da Secretaria Municipal de Educação.

O objetivo das propostas era apresentar um formato de tecnologia que prevê a solução para demandas de empresas offshore.

“Estou encantado com esses alunos. Eles têm futuro. A minha vontade é patrocinar esse projeto ‘Biodigestão’,que tem como proposta, além de economia, prevenção e sustentabilidade”, destacou o diretor da empresa Williams Oil e Gás Services, Sérgio Williams, que conheceu o projeto durante a Feira.
O protótipo que encantou o empresário é de autoria dos alunos Giribson Alves e Eduardo Machado, ambos de 16 anos, da Escola Municipal Natálio Salvador Antunes, de Córrego do Ouro.

O processo de Biodigestão substitui o gás de cozinha tradicional pelo biogás, onde a forma de produção é diferenciada, realizada pela decomposição de matérias orgânicas, que também pode ser utilizado em automóveis e chuveiro.
Além do biogás, representantes de mais duas equipes destacam os projetos que são desenvolvidos na Escola Municipais Edda Moreira Daflon, na Imbetiba, e no espaço LabInovar, do programa #inovareaprender, que funciona na Cidade Universitária, com atendimento específico aos alunos e universitários, cursos, oficinas, programação, experiências com protótipos e pesquisas.
De acordo com a responsável pela programa, Luemy Ávila, a participação de alguns integrantes da robótica tem a intenção de contribuir com a ampliação do horizonte dos alunos, e sobretudo, atrair “olhares” das empresas para que os protótipos apresentados possam ser produzidos em larga escala.

“O projeto dos alunos é contínuo. Não para. O aprendizado é constante e os protótipos precisam ser multiplicados”, comentou Luemy.
A prevenção e a sustentabilidade também foram lembradas com o protótipo movido a energia solar, feito pelos alunos da escola da Imbetiba. O protótipo conta com um sensor que busca a eliminação das larvas do mosquito Aedes aegpty, e, consequente, proliferação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.
Já o protótipo elaborado pelos representantes do laboratório do #inovareaprender conta com um localizador voltado para práticas de resgates de pessoas que atuam na área onshore e offshore.

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