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Setor petroleiro está otimista com retomada de negócios na Bacia de Campos

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E OPEP assegura que o Brasil apresenta a segunda maior taxa de produção mundial de petróleo

 

Contrapondo o pessimismo dos sindicalistas quanto as demissões resultante dos descomissionamentos de plataformas, especialistas, organizações e economistas ligados as áreas de petróleo estão otimistas quando a economia específica, mas pedem uma política de mais “realista” principalmente para a Bacia de Campos. Os analistas acreditam que, para Macaé possa voltar a ostentar a alcunha de “capital do petróleo” os contratos de serviço sejam cumpridos. Outra boa notícia é que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) previu que o Brasil deverá apresentar a segunda maior taxa de expansão da produção de petróleo no ano que vem fora do cartel, atrás apenas dos Estados Unidos.

 

Enquanto o ano de 2018 foi uma continuação da crise de anos anteriores para a região e o setor offshore, ao mesmo tempo, assistiu uma mudança na política que desengessou o Estado e também a Petrobras, que hoje busca a excelência e a clareza ética. Para os especialistas, como Sebastião Braz, que concedeu entrevista à Petronotícias, “o ponto de equilíbrio entre a desempenho de desempenho e o preço contratado precisa ser ajustado, equilibrado e atender às partes, de modo a permitir o mínimo de ajustes necessários”. No seu entender, isso permitirá a retomada de bons negócios.

Entre os otimistas de plantão está a diretoria da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). O órgão prevê que o Brasil deverá apresentar a segunda maior taxa de expansão da produção de petróleo no ano que vem fora do cartel, atrás apenas dos Estados Unidos. A estimativa para o Brasil é de um abastecimento de 3,63 milhões de barris por dia (bpd) em 2019 ante suprimento de 3,26 milhões de bpd este ano. Sobre a oferta de fora da Opep no ano que vem, a Organização conta com um forte crescimento devido à “forte elevação dos investimentos” em petróleo nos EUA, bem como o “crescimento robusto” esperado com os novos projetos no Brasil.

Tânia Garabini


 

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