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No embalo da Brasil Offshore 2017, prefeito de Macaé destaca potencial econômico do município

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Durante encontro realizado ontem (16) no Macaé Centro, Dr. Aluizio afirmou que não há mais tempo para reclamações e que trabalho é a palavra de ordem

Bertha Muniz

O prefeito de Macaé, Dr. Aluizio Jr., se reuniu na manhã de ontem (16), no Macaé Centro, com representantes do segmento de óleo e gás e empresários das áreas de gastronomia e hotelaria do município. Na pauta, a retomada do crescimento econômico da Capital do Petróleo, assunto que vem ganhando força com a proximidade da Brasil Offshore 2017.
Juntos no encontro estiveram representantes da empresa organizadora da feira, a Reed Exhibitions Alcântara Machado. Na ocasião foram propostas ações conjuntas para a terceira maior feira do mundo na área, que conta com a parceria da prefeitura, além de um intenso debate do atual cenário econômico.

“Tudo vai depender de como a gente vai recomeçar. Precisamos voltar a trabalhar, pois ninguém existe sem emprego. Esse não é mais o momento para reclamar e sim para avançar. O que passou, passou. Temos que nos esforçar para acertarmos de alguma forma e cabe a nós enquanto município manter uma cidade com sobrevida para que ela possa enfrentar essa crise, que atinge não só Macaé, mas o Estado e o país como um todo, cada um a sua maneira”, destacou o prefeito.

Outros pontos destacados pelo prefeito foram os avanços no marco regulatório, que desobrigou a Petrobras de ser operadora única de cada poço do pré-sal, e, ainda, a luta pela modificação da cláusula de conteúdo local, que assegura preferência à contratação de fornecedores brasileiros sempre que suas ofertas apresentarem condições de preço, prazo e qualidade equivalentes às de outros fornecedores também convidados a apresentar propostas nos contratos de concessão para exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás natural.

Dr. Aluizio afirmou que uma cidade que se acostumou a uma grande economia sente o peso de sobreviver de qualquer outra atividade econômica que não seja o petróleo e destacou ainda a potencialidade econômica do município. “Temos o mais caro que são as empresas e hoje, a nova rodada de leilões traz expectativas de trabalho em várias áreas. A feira representa o recomeço. Para isso, o governo tem atuado em diversas frentes como, por exemplo, a desburocratização dos processos para facilitar as instalações de empresas no município”, afirmou.

O diretor da Brasil Offshore, Igor Tavares, ressaltou que a Brasil Offshore, programada para acontecer entre os dias 20 e 23 de junho, em Macaé, está na mesma proporção da anterior. "A edição especial de 40 anos da Bacia de Campos marca a retomada da indústria do petróleo. A expectativa é mais de R$ 220 milhões em negócios, 550 empresas participantes, 53 mil visitantes, atrações técnicas, em 40 mil metros quadrados de evento. Além disso, é a maior feira do Brasil", contabilizou.

A organizadora da feira buscou ainda parcerias com hotéis, restaurantes e taxistas. "Negociamos os preços dos hotéis com os empresários, pretendemos levar os polos gastronômicos e foodtrucks, buscando valorizar o comércio local. Também teremos palestras para taxistas sobre como atender o público estrangeiro. Toda infraestrutura necessária, como adequações das instalações, está sendo providenciada", afirmou Igor.

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