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Desemprego continua a crescer em todo país, atingindo 13,2% no primeiro trimestre deste ano

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Informações do IBGE foram divulgadas nesta sexta-feira, 31 de março

 

 

Tunan Teixeira

 

A crise que assola o país continua a produzir números assustadores que retratam a situação dos brasileiros, e é vista de perto em Macaé, uma das cidades mais importantes, economicamente, do interior do Estado do Rio.

Nesta sexta-feira, 31, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou dados sobre a taxa de desemprego, que atingiu 13,2% dos brasileiros, neste primeiro trimestre de 2017, chegando a cerca de 13,5 milhões de pessoas em todo país.

Segundo o IBGE, o número de ocupados também bateu recordes ao somar 53,4% até fevereiro, sendo o pior resultado apurado pelo órgão na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad).

Com base nos dados da Pnad, o desemprego teve alta de 1,3% em comparação com o trimestre anterior, sendo a maior taxa de desocupação no país, desde o início da série histórica do indicador, iniciada em 2012.

Com o resultado, o Brasil teve alta de 11,7%, ou seja, mais de 1,4 milhão de pessoas, quando comparada ao trimestre encerrado em novembro de 2016. Na comparação com o primeiro trimestre de 2016, a alta foi de 3,2 milhões de desempregados no país.

Ainda conforme os dados do IBGE, o número de brasileiros enquadrados em “fora da força de trabalho” foi de 64,6 milhões neste primeiro trimestre, um resultado que mostra estabilidade na comparação com o trimestre diretamente anterior, e mais alto 1,1% em comparação com o mesmo período de 2016.

O IBGE apurou ainda os dados dos brasileiros que estão no mercado de trabalho, sendo contratados com carteira assinada. No trimestre encerrado em fevereiro deste ano apontou 33,7 milhões de pessoas registradas em todo país, o que representa um recuo em comparação com o trimestre anterior, que teve 337 mil registros em carteira a mais que nos últimos três meses.

No trimestre encerrado em fevereiro deste ano, a categorias dos empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada, que atualmente soma 10,3 milhões de pessoas, ficou estável em relação ao trimestre anterior, e cresceu 5,5%, ou mais 531 mil pessoas, em relação ao mesmo trimestre de 2016.

O número de trabalhadores por conta própria, que hoje soma 22,2 milhões de pessoas, também ficou estável em comparação com o trimestre anterior, mas recuou 4,8%, ou 1,1 mil pessoas em relação aos meses de dezembro, janeiro e fevereiro do último ano.

O contingente de empregadores, que ao total são 4,1 milhões de pessoas, ficou estável frente ao trimestre anterior, e cresceram 9,5%, ao somar 359 mil pessoas em relação ao mesmo período de 2016.

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