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Em Búzios, ONG Associação de Educação para a Paz busca voluntários para ações em 2021

Daniela Bairros

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Daniela Bairros

O ano de 2021 promete ser de muitas ações e novidades na ONG (Organização Não-Governamental)  Associação de Educação para a Paz, de Búzios. Através do projeto social De Mãos Dadas, os cursos profissionalizantes serão ampliados, além de contemplarem não somente mulheres de comunidades carentes da cidade, mas também adolescentes e jovens de ambos os sexos. A alfabetização das crianças será uma das prioridades, enquanto a Campanha de Natal já começou. Para que todos os planos saiam do papel, a contribuição da sociedade buziana será fundamental. Para isso, a ONG busca professores voluntários de educação básica e de artesanato.

Natal

A Campanha de Natal já está acontecendo e as doações de alimentos não perecíveis e de brinquedos educativos podem ser feitas na loja Golden Prana, no Porto da Barra (Manguinhos), até o dia 15 de dezembro. O espaço funciona todos os dias - de segunda a sexta, das 13h às 20h; sábado e domingo, das 10h30 às 21h.

Cursos profissionalizantes

O curso de Corte, Costura e Modelagem, que já existe há dois, segue a todo o vapor e terá sete turmas em 2021, na expectativa de formar 70 costureiras até final do ano. Juntarão-se a eles as oficinas de Bijuteria, Bordado e Bolsa de Crochê. Todas as peças produzidas pelos alunos serão vendidas na loja Golden Prana, com o lucro revertido para os mesmos.

A ONG está de portas abertas para profissionais ensinarem outros ofícios para a comunidade em seus horários livres. E para não comprometer a rotina dos professores voluntários, as aulas devem ter uma hora de duração, uma vez por semana. Os interessados em ensinar atividades relacionadas a artesanato e artes manuais podem entrar em contato pelo telefone (22) 9-9943-1356.

Alfabetização

Para os pequenos, a preocupação é com a alfabetização, que ficou totalmente comprometida em 2020. A associação está em busca de parcerias com professores de educação básica para aulas de reforço.

A ONG está levando em conta a questão das escolas públicas, que irão aprovar todas as crianças, mesmo aquelas que não tenham tido acesso ou aproveitamento das atividades escolares ao longo do ano.

Crédito: Divulgação

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