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Coletivo Vista Minha Pele fortalece Feminismo Negro em Rio das Ostras

Daniela Bairros

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Daniela Bairros

Com o objetivo de fortalecer as diferentes formas de cultura e de participação feminina na sociedade riostrense, em parceria com as escolas públicas locais, o Coletivo Vista Minha Pele vem trabalhando para estimular a reflexão das jovens, em idade escolar, para que, a partir da sua condição de mulher, possam enfrentar e combater o racismo, a violência e a exclusão social da qual são frequentemente vítimas.

O Coletivo promove rodas de leituras e empoderamentos raciais nas escolas públicas de Rio das Ostras, com a tônica do feminismo negro. Além disso, o grupo também realiza eventos e palestras em instituições públicas e privadas.

O Coletivo comemorou 100 inscritos em seu canal no YouTube, este ano. E está presente no Instagram e Facebook, como @coletivovistaminhapele.

No período de quarentena, o grupo vem realizando lives com escritoras, artistas e profissionais de saúde e educação. No dia 19 de agosto, foi a vez da convidada, educadora indígena em Belo Horizonte, Sol Puri, participar da Roda de Leitura. Sol apresentou a Ressurgência do Povo Puri/Coroado em paralelo à leitura e discussão dos belos poemas de Márcia Wayna Kambeba, do livro O Lugar do Saber.

A formação do Vista Minha Pele foi em 2018, quando um grupo de mulheres, decidiram se aprofundar nos estudos e pesquisas referentes às questões do feminismo negro e à necessidade de se pensar a condição da mulher negra no município de Rio das Ostras.

Após se estruturar, no ano de 2019, o Coletivo decidiu que era o momento de apresentar às suas propostas a população riostrense. A data escolhida foi dia 25 de julho de 2019, em alusão ao dia da mulher negra, latina americana e caribenha, onde foi apresentada a proposta e o projeto de trabalho ao poder público.

O Coletivo Vista Minha Pele é composto por Winnie Kise, Nanla Bonometti, Marcela Vasques e Cláudia Falcão.

Crédito: Divulgação

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