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Skandi Amazonas segue sem prazo para retirada após encalhe em Macaé

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Empresa Dof disse estar monitorando a situação, mas evitou definir prazo para a retirada da embarcação. Foto Clique Diário
 

Após 21 dias do acidente, embarcação permanece estável e sem registro de danos ambientais, segundo a DOF

 

Sérgio Barcellos 

 

Tres semanas se passaram e o caso da embarcação Skandi Amazonas segue sem uma definição. A embarcação encalhou na Praia Campista no dia 15 de maio após colidir com um fundo de pedra nas proximidades da Pedra do Pescador. Exatos 21 dias depois, ela segue no mesmo lugar e ainda sem uma definição quanto a remoção.

A reportagem entrou em contato com a empresa responsável pela embarcação, a DOF, por diversas vezes. Em todas elas, a companhia evitou falar sobre um prazo para a remoção da embarcação, limitando a dizer que segue acompanhando de forma permanente todas as ações conduzidas no que diz respeito ao Skandi Amazonas.

“A DOF acompanha de forma permanente as ações conduzidas para manutenção da estabilidade e resolução do incidente com a embarcação que realizou manobra de encalhe na Praia Campista, em Macaé (RJ). O navio permanece em condição segura e controlada, assentado no leito marinho”, disse a empresa.

Ela ainda complementou: “Não houve vazamento ou qualquer dano ao meio ambiente. A DOF mantém equipes especializadas monitorando continuamente a situação, com adoção de todas as medidas preventivas necessárias para garantir que não haja impacto ambiental, em conformidade com os protocolos de segurança e ambientais aplicáveis”.

A Prefeitura de Macaé disse estar monitorando o caso e que “se colocou à disposição das empresas e órgãos responsáveis. A embarcação está sendo monitorada pela empresa, pertencente ao grupo DOF/Norksan, e todas as informações pertinentes ao caso estão sendo repassadas diretamente pelos órgãos responsáveis, sendo eles a Marinha do Brasil e o Instituto Estadual do Ambiente, o Inea”.

A reportagem também entrou em contato com o Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF). Via assessoria, eles responderam que estão participando da comissão de investigação de acidentes. Um dos diretores está acompanhando o processo, mas eles não podem se manifestar de forma oficial enquanto não acabar a investigação.

 

 

 

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