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Obra da rua Cantinho do Céu, em Búzios, retornará após União corrigir erro da Integração Nacional

Thaiany Pieroni

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A obra da rua Cantinho do Céu, em Búzios, será retomada nos próximos dias, após a União corrigir erro da Integração Nacional. A obra visa a recuperação de parte da Estrada Morro das Emerências e das Ruas Cantinho do Céu, parte da Rua José Gonçalves e parte da Rua da Paz, no bairro de José Gonçalves

Nesta semana, o prefeito de Búzios André Granado assinou o Primeiro Termo Aditivo ao Convênio nº 831101/2016. O novo contrato, celebrado entre a Prefeitura e a União, pelo Ministério do Desenvolvimento Regional, representado pela Secretária Nacional de Desenvolvimento Regional, Adriana Melo Alves, vem corrigir o erro do antigo Ministério da Integração Nacional, que acabou por paralisar a obra que estava em andamento.

"Assinei agora o novo contrato para regularizar os equívocos do Ministério da Integração Nacional, que hoje passou a ser Ministério do Desenvolvimento Regional. Com isto poderemos dar continuidade à obra da rua Cantinho do Céu", declarou o prefeito André.

A obra será retomada nos próximos dias e a previsão da Secretaria de Obras do município, é que seja concluída em dois meses.

 

Sobre a paralisação da obra - Orçada inicialmente em um milhão de reais pagos pela União, a obra de pavimentação e drenagem da Estrada Morro das Emerências foi ampliada através de documento técnico do município, que atestava a necessidade de pavimentação não somente desta estrada, mas de todo o caminho das águas, incluindo as ruas Cantinho do Céu, José Gonçalves e da Paz, para solução dos problemas de drenagem existentes no local. Com isso, o município assumiu uma contrapartida no valor de R$ 447.850,10 (quatrocentos e quarenta e sete mil, oitocentos e cinquenta reais e dez centavos), e o valor total da obra ficou em R$ 1.447.850,10 (um milhão, quatrocentos e quarenta e sete mil, oitocentos e cinquenta reais e dez centavos).

Com projeto aprovado pelo Ministério da Integração Nacional, a obra foi licitada e iniciada, após liberação pela União do pagamento da primeira parcela. Mas para surpresa da Prefeitura, após o início da obra, a União suspendeu os pagamentos. Somente agora, após a criação do Ministério do Desenvolvimento Regional, e extinção do Ministério da Integração Nacional, a União entendeu o erro cometido, retomando o pagamento das parcelas.

 

 


 

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