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Estudo sobre 199 mananciais de abastecimento público será lançado pelo INEA

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O de Macaé e da região vizinha faz parte da análise de problemas e soluções feita pelos técnicos

Tânia Garabini

 

O rio Macaé e os mananciais da região do Norte Fluminenses compõem o estudo do “Atlas de Mananciais de Abastecimento Público” criado pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), a Fundação Grupo Boticário, a The Nature Conservacy e o World Resources Institute. O atlas é uma coletânea de estudos relacionados ao planejamento, formulação, aperfeiçoamento e ampliação de medidas para proteção e recuperação de mananciais, com destaque para as florestas na sua importante função de proteger a água. Ele será lançado nesta quinta-feira (13), em um evento no Museu do Amanhã, no Centro do Rio.

A publicação expõe um panorama dos principais corpos hídricos responsáveis pelo abastecimento público do Estado do Rio de Janeiro e traz informações para caracterização e análise dos 199 mananciais de abastecimento público responsáveis pelo abastecimento de todos os municípios fluminenses. Desses 199 mananciais, 147 apresentaram maior favorabilidade para adoção de estratégias de proteção de recuperação de mananciais, correspondendo a 190 mil hectares de áreas de interesse para proteção e recuperação ambiental. As águas do rio Macaé abastecem mais de 200 mil habitantes do município e grande parte das atividades relacionadas à extração de petróleo no país. Possui ainda papel histórico. Em sua foz, teve início a ocupação da região de Macaé, a partir de uma comunidade de pescadores.

Sobre reflorestamento, foram identificados cerca de 795 mil hectares com alta e muito alta prioridade para restauração florestal nas áreas desses mananciais. Além disso, mais da metade das captações de água (56%) e cerca de 15,3% das áreas de mananciais do Estado (cerca de 450 mil hectares) estão localizadas no interior de Unidades de Conservação. Este dado destaca e reforça a importância das áreas protegidas para a preservação de nossas fontes de água.

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