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Búzios e Cabo Frio atuam na prevenção ao mosquito Aedes Aegypti

Thaiany Pieroni

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Diante do aumento de doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti em todo o Estado do Rio de Janeiro. As Prefeituras de Búzios e Cabo Frio estão atuando, como podem, e pedindo o auxilio da população para combater o inseto transmissor da dengue Zika e Chikungunya.

Em Cabo Frio, agentes da Vigilância em Saúde Ambiental e da Coordenadoria de Meio Ambiente estão indo a locais que são possíveis focos do mosquito. Na última semana, as equipes encontraram materiais de reciclagem e resíduos sólidos dispostos irregularmente sobre calçadas e logradouros públicos. Um dos responsáveis foi notificado para retirar todo o material. Já em um ferro-velho na localidade foi feito tratamento e eliminação de possíveis focos.

Juntamente com o trabalho de bloqueio e prevenção das arboviroses causadas pelo mosquito feito nas localidades da zona urbana, as equipes da Vigilância em Saúde Ambiental realizam o terceiro dos cinco ciclos anuais do LIRA (Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti). Os ciclos são definidos pelo Ministério da Saúde.

Paralelamente a isso, é feito um trabalho de esclarecimento junto à população, em escolas, associações de moradores e outras organizações comunitárias por meio de distribuição de material e educativo.

“Ações intersetoriais sempre acontecem com diversas secretarias e suas coordenações. Tais ações nos ajudam para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti. Todas as secretarias estão sensibilizadas e conscientes da sua responsabilidade nessa batalha contra o mosquito. Estamos trabalhando em uma única corrente”, comentou a coordenadora.

Em Búzios, a Prefeitura tem trabalho na conscientização da população para que cuidem do terreno, casa e quintal, evitando os focos de mosquito. Para a Vigilância Epidemiológica e Ambiental de Búzios, se cada um fizer a sua parte, dedicando dez minutos por semana para eliminar possíveis focos, a cidade avança na prevenção a novos casos de doenças causadas pelo mosquito.

"Quando a população participa, o nosso trabalho amplifica e os resultados aparecem. Contra o mosquito que causa tantas doenças, a parceria do governo com o cidadão é o melhor caminho sempre", explica Celymar, coordenadora da Vigilância em Saúde de Búzios.

A luta contra o Aedes Aegypti é diária e a cada suspeita de caso de dengue, zika ou chikungunya, a Vigilância Epidemiológica realiza o bloqueio de 300 metros quadrados ao redor do local, casa, comércio, área no entorno, tudo.

O bloqueio é feito através da nebulização da área em questão com inseticida que mata apenas os mosquitos, e não oferece riscos à natureza, nem às pessoas e animais. Além deste bloqueio, também existe o trabalho constante dos agentes de controle de endemia, que visitam locais onde nos últimos dez anos foi registrada grande incidência de casos de dengue, ziKa e chikungunya. Estes agentes percorrem diariamente as casas, identificando e eliminando focos do mosquito, e orientando a população de forma geral.


 

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