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História Cronológica de Antigos e Memoráveis Visitantes à Macaé

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Amigos, leitores do Jornal Diário da Costa do Sol, foi com muito prazer que recebemos o convite para contribuir com artigos especiais tendo a história e memória de Macaé como tema para o jornal O Diário da Costa do Sol.

Pelas próximas edições desvendaremos coisas, lugares, personagens e histórias esquecidas ou sempre lembradas, mas com um toque a mais. Deixamos aqui um convite para nos acompanhar nesta jornada desvendando a história de Macaé. Iniciamos apresentando os viajantes que passaram por Macaé nos séculos iniciais de nossa formação.

*Grazielle Heguedusch – Turismóloga com Pós graduação em História e Cultura no Brasil. Criadora do Almanaque Macaé Turismo e do Desvendando Macaé. Autora do Be-a-bá do Receptivo Turístico de Macaé. Pesquisadora do OMM Observatório da Memória Macaense.

*Rúben Pereira – Musico, Poeta e Memorialista. Criador do Almanaque Macaé Turismo e do Desvendando Macaé. Gerencia o OMM Observatório da Memória Macaense.  Co-autor do Be-a-bá do Receptivo Turístico de Macaé.

 

História Cronológica de Antigos e Memoráveis Visitantes à Macaé

 

ANDRÉ THÈVET

O francês André Thèvet, chega ao Brasil, em sua segunda viagem para cá, em 1555 como tripulante da esquadra de Nicolas Durand de Villegaignon, com a missão de estabelecer a França Antártica no território fluminense.

Nesse mesmo ano, ao chegar em Paris, publicou seu livro "Singularidades da França Antártica", em que descreve sua breve estadia em terras macaenses.

O mais curioso, é que apenas 55 anos de após o descobrimento oficial do Brasil, Macaé  já  cruzava  os  oceanos  e  se  consolidava   na   literatura   europeia.

JEAN DE LÉRY

O Padre francês Jean de Lèry, também chegou no Brasil na esquadra de Nicolas Durand de Villegaignon.

O missionário escreveu o livro "Viagem à terra do Brasil", também em 1555, onde, em seus relatos descreve de forma generosa o território macaense, porém esse livro só foi publicado oficialmente em 1578, na França. No Brasil, a publicação traduzida, foi publicada apenas em 1882.

 

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