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Prefeito eleito em Macaé se reúne com governador em exercício do Rio e fala em fomentar desenvolvimento no município

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Prefeito vencedor das eleições municipais de Macaé no último dia 15 de novembro, o deputado estadual Welberth Rezende (CIDADANIA) se reuniu com o governador em exercício, o vice-governador Cláudio Castro, no Rio de Janeiro.

Durante o encontro, o futuro prefeito de Macaé e o governador em exercício conversaram sobre vários assuntos, entre eles medidas para fomentar o desenvolvimento do município, como a revitalização de campos maduros da Bacia de Campos e o avanço na construção do Terminal Portuário de Macaé (Tepor).

Em sua página no Facebook, Welberth Rezende, que foi vereador de Macaé entre 2013 e 2016, e que desde 2017 ocupava uma das cadeiras da Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj), contou sobre o encontro.

“Olá, amigos! Ontem (23), fui recebido pelo governador Cláudio Castro. Na reunião, ele firmou a parceria do Estado para alavancar o desenvolvimento da nossa Macaé. Uniremos forças para a geração de empregos e renda, por meio da revitalização de campos maduros e na exploração do gás. Além do apoio para o avanço do Tepor”, publicou o deputado estadual do Rio.

No texto, Welberth Rezende contou também de um contato feito com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que confirmou a compra de vacinas contra o coronavírus e a distribuição para os estados já em janeiro de 2021.

“Fizemos contato com o ministro da saúde, que confirmou a compra da vacina já em janeiro. Com certeza teremos um 2021 de muito progresso. Vamos avançar!”, concluiu o futuro prefeito de Macaé em suas redes sociais.

Sobre as vacinas, Eduardo Pazuello havia dito, em entrevista coletiva ao programa Brasil em Pauta, da TV Brasil, afirmando que todos os estados brasileiros e o Distrito Federal (DF) receberão a vacina simultaneamente em janeiro.

“Independentemente da quantidade da vacina, ela será distribuída igualitariamente dentro da proporcionalidade dos estados”, revelou o ministro da Saúde em entrevista que foi ar na noite deste domingo, 27.

A previsão do Ministério da Saúde é de que 24,7 milhões de doses de vacinas estejam disponíveis em janeiro, segundo o cronograma de distribuição e imunização que está no anexo do Plano Nacional de Imunização (PNI) do governo federal.

“Você faz a previsão quando contrata, mas às vezes adianta, às vezes atrasa, e a gente vai atualizando esse cronograma”, acrescentou Eduardo Pazuello, sobre possíveis mudanças no PNI.

De acordo com o ministro da Saúde, a expectativa da pasta é de que alguns grupos prioritários comecem a receber a 1ª dose da vacina contra o coronavírus no final de janeiro, e que a vacinação em massa comece a partir de fevereiro, com a vacinação da população em geral começando cerca de 4 meses após o término da imunização dos grupos prioritários.

“São 4 grandes grupos prioritários e, após esses grupos prioritários, que a gente visualiza 30 dias para cada grupo prioritário, a gente começa a vacinar a população dentro das faixas etárias”, disse Eduardo Pazzuelo.

Segundo o PNI, os grupos prioritários são os trabalhadores da Saúde, idosos, pessoas com comorbidades, que são doenças que podem se agravar em contato com o vírus, além de profissionais de segurança, indígenas e quilombolas.

“Nós temos contratos firmados com 4 a 5 laboratórios, e eles vão nos dando toda essa cronologia, atualizando nosso cronograma, mas o principal número, a principal data é que até o final de janeiro nós teremos vacinas iniciais, algumas em caráter emergencial, e a vacinação em massa, já com registro, a partir de fevereiro”, disse o ministro.

Apesar das vacinas virem de laboratórios diferentes, Eduardo Pazuello explicou que as pessoas receberão as duas doses da vacina do mesmo laboratório, reforçando que, mesmo sendo todas imunizantes, as tecnologias são diferentes.

“Nós vamos monitorar todas essas aplicações para que a 2ª dose seja dada efetivamente de um mesmo laboratório que aquela pessoa tomou. Isso é um grande processo de controle e monitoramento”, ponderou o ministro.

Por fim, Eduardo Pazuello garantiu que a vacina será voluntária e disponibilizada, de forma gratuita, nas salas de vacinação em cada município, sem, no entanto, comentar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que definiu que a vacinação é obrigatória, mas não forçada, e que as pessoas que não se vacinarem, deverão sofrer penalizações.

“Nós vacinaremos todos os brasileiros de forma igualitária, de forma proporcional ao número de pessoas por Estado, e de graça. Confiem nisso, confiem na estrutura do SUS [Sistema Único de Saúde], confiem que aqui existem pessoas que estão realmente trabalhando diuturnamente para que a gente tenha a vacina distribuída o mais rápido possível e a todos os brasileiros”, concluiu.

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