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Ponte que liga Casimiro de Abreu à região serrana de Macaé amanhece interditada pela Defesa Civil

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Desde a manhã desta quarta-feira, 19, a Ponte do Baião, que a liga a Bicuda, em Macaé, a Rio Dourado, em Casimiro de Abreu, está interditada pela Prefeitura de Macaé, após laudo técnico da Secretaria Adjunta de Defesa Civil, que enviou uma equipe ao local para vistoria.

De acordo com a prefeitura, a interdição será realizada numa ação conjunta das secretarias de Infraestrutura, e de Mobilidade Urbana, sob a supervisão da Defesa Civil, com sinalização para os motoristas.

O município informou ainda que o Departamento de Estrada de Rodagem do Estado do Rio (DER-RJ) já teria sido informado da ação preventiva, já que a ponte é de responsabilidade do Estado, por estar localizada em trajeto de uma rodovia estadual.

“A Ponte do Baião sofreu arrasto dos pilares centrais, fato que provocou torção nas vigas longarinas e cisalhamento nos pilares mais próximos do trevo (lado oposto à ETA Cedae), e em 3 seções do tabuleiro. Considerando que o trecho do Rio Macaé, onde está localizada a ponte, é passível de elevação de nível, caso ocorram chuvas fortes, e que a ponte é relativamente extensa, coube à Defesa Civil de Macaé a decisão pela interdição, com consequente desvio do tráfego até a realização dos reparos”, explica o relatório técnico da Defesa Civil, citando a Estação de Tratamento de Água (ETA) da Companhia Estadual de Águas e Esgoto (Cedae).

Como opção para os motoristas, a Mobilidade Urbana informa que, como rota alternativa para acessar a Bicuda Grande e a Bicuda Pequena, é necessário seguir pelo trevo de Glicério, e depois acessar trevo da Areia Branca para chegar às Bicudas.

Também a cargo da Secretaria de Infraestrutura, as ações de recapeamento de 22 quilômetros (Km) da RJ-162, estrada que liga a região central de Macaé ao distrito de Glicério, na região serrana do município.

De acordo com a prefeitura, as obras de asfaltamento, que tiveram início no final de janeiro, passaram por mais um trecho e prosseguem até à Ponte do Baião. Secretário de Infraestrutura, Célio Chapeta acrescentou que, além do recapeamento, também está sendo feita a limpeza das drenagens.

“O prazo para a obra é 9 meses, mas, a expectativa é que terminemos em menos tempo. Estamos fazendo tudo para isso, e, se tudo correr bem, iremos até o mês de julho”, disse o secretário.

Ainda segundo a prefeitura, nos próximos meses, a Secretaria Adjunta de Interior, vinculada à Secretaria de Infraestrutura, continuará com a equipe e o maquinário atuando no local, contribuindo para a recomposição e recapeamento do trecho, o que pode dificultar o acesso a algumas localidades da região serrana do município.

Desde essa terça-feira, 18, a Secretaria de Infraestrutura também trabalha na Fronteira e na Barra de Macaé fazendo a recuperação do quebra-mar, com o objetivo de conter a força do mar e proteger as residências na orla da localidade.

De acordo com o município, as obras nos cerca de 600 metros de extensão na Rua Beira Mar contam com a colocação de pedras que vão refazer o muro de contenção em uma área que sempre carece de maior atenção, principalmente em períodos de ressaca.

Sobre as obras do quebra-mar, Célio Chapeta informou que os trabalhos devem durar entre 60 e 90 dias, e a expectativa é de que as ações na região possam melhorar a segurança e o trânsito para as pessoas.

“Estamos repondo pedras e colocando novas no espaço onde já existiam. As ressacas sempre causam a deterioração do quebra-mar, trazendo riscos. Por isso, é importante essa obra de restauração. Quando terminarmos, o espaço ficará transitável novamente”, explicou o secretário de Infraestrutura.

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