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Iguaba Grande terá eleições suplementares para prefeito e vice em 2 de junho desse ano

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Agora ex-prefeita de Iguaba Grande, vencedora das eleições de 2016, Ana Grasiella (PP), sofreu com batalha judicial que se arrastou nos últimos 2 anos e acabou com o indeferimento de seu registro de candidatura, provocando novas eleições para prefeito e vice neste ano

Depois de muitas idas e vindas desde as eleições municipais de 2016, restando pouco menos do que a metade do mandato ao Executivo, o Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Rio (TRE-RJ) definiu que o município de Iguaba Grande terá eleições suplementares para prefeito e vice, no próximo dia 2 de junho.

Em sessão desta segunda-feira, 8, o TRE-RJ aprovou o calendário das eleições suplementares no município, com os vencedores exercendo o mandato até 31 de dezembro de 2020, data que se encerra o atual mandato.

O TRE-RJ explicou que somente estão aptos a votar na eleição suplementar eleitores que possuíam domicílio eleitoral no município em 2 de janeiro de 2019, desde que estejam em situação regular com a Justiça Eleitoral.

Outra informação divulgada pelo TRE fluminense é de que a partir de 27 de abril, último dia para apresentar o registro de candidatura, a 181ª Zona Eleitoral (181ª ZE) de Iguaba Grande funcionará em regime de plantão aos sábados, domingos e feriados, para atender à população.

As convenções partidárias estão autorizadas no período de 15 a 21 de abril, e os eleitos que tiverem as contas de campanha aprovadas devem ser diplomados até 24 de junho, sendo a solenidade de posse dos eleitos uma atribuição da Câmara Municipal.
O pleito suplementar ocorre devido ao indeferimento dos registros da chapa eleita em 2016, quando venceram a agora ex-prefeita Ana Grasiella (PP) e o ex-vice Leandro Coutinho (MDB).

Nora do ex-prefeito Oscar Magalhães, que renunciou ao cargo em 2012, Ana Grasiella teve a candidatura indeferida, pois o TRE-RJ entendeu que a eleição dela configurava o exercício de 3º mandato consecutivo no Executivo municipal pelo mesmo grupo familiar, o que é vedado pela legislação eleitoral.
Como o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou a decisão, as eleições suplementares chegaram a ser marcadas para outubro de 2018, mas uma liminar concedida pelo ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (TSE), suspendeu o pleito.

Apenas em março deste ano, a 2ª Turma do STF confirmou o indeferimento do registro da chapa vencedora para os cargos de prefeito e vice em 2016, autorizando a realização das novas eleições.

 

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