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Enxurrada de exonerações em Diário Oficial da União marca penúltimo dia de desincompatibilização

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Em sua conta pessoal no Twitter, ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PMDB-GO), disse que ainda não sabe se permanecerá ou não no ministério. Prazo para ministros deixarem o cargo para concorrerem nas eleições desse ano termina neste sábado, 7

A lista, que começou com as exonerações de Ricardo Barros (PP-PR) e Maurício Quintella (PR-AL), respectivamente, ex-ministros da Saúde e dos Transportes, Portos e Aviação, aumentou nesta sexta-feira, 6, penúltimo dia de desincompatibilização visando as eleições de outubro desse ano.

Apesar do nome comprido, a desincompatibilização nada mais é do que uma exigência da lei eleitoral, que prevê que os ministros que quiserem concorrer nas eleições têm de deixar os cargos em até 6 meses antes do pleito.

Nesta sexta, o Diário Oficial da União (DOU), trouxe uma enxurrada de exonerações, dentre elas as de Guilherme Campos (DEM-SP), da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (EBC); Mendonça Filho (DEM-PE), do Ministério da Educação; Marivaldo Gonçalves de Melo, do Banco da Amazônia (Basa); Julio Cesar de Araujo Nogueira, da Empresa de Tecnologia e Informação da Previdência (DATAPREV); Carlos Edilson de Almeida Maneschy, dos Fundos, Incentivos e de Atração de Investimentos da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM); Antônio Carlos Figueiredo Nardi, da Secretaria Executiva do Ministério da Saúde; Fernando Coelho Filho (PSB-PE), do Ministério de Minas e Energia; Luiz Fernando Leone Vianna, da Itaipu Binacional; Osmar Terra (PMDB-RS), do Ministério do Desenvolvimento Social; Leonardo Picciani (PMDB-RJ), do Ministério do Esporte; Sarney Filho (PV-MA), do Ministério do Meio Ambiente; Dyogo Oliveira, do Ministério de Planejamento, Desenvolvimento e Gestão; e Marx Beltrão (PMDB-AL), do Ministério do Turismo.

De todos eles, Dyogo Oliveira é o único que não vai disputar as eleições desse ano. O ex-ministro vai ocupar agora a presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Meirelles – E até o fim do prazo, que se encerra neste sábado, 7, a lista pode ganhar nomes de peso, como o do Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PMDB-GO), que ainda poder aparecer como candidato às eleições presidenciais pelo novo partido.

O discurso, porém, mudou de terça para quarta-feira, quando, em sua conta pessoal no Twitter, Meirelles anunciou que ainda vai se pronunciar sobre a decisão sobre deixar ou não o cargo no ministério.

O maior empecilho para uma possível candidatura é justamente o presidente Michel Temer (PMDB), que ainda concentra as atenções do partido para a disputa presidencial, mesmo com batendo recordes de rejeição em todo país e não passando de 1% nas pesquisas eleitorais.

De acordo com reportagem da Folha de São Paulo, o “recuo” do ainda ministro da Fazenda pode ser apenas parte de sua estratégia para “se reposicionar no PMDB e obter condições mais favoráveis”. As repostas virão neste sábado.


 

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