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Em Brasília, Dr. Aluízio dá início luta pelo processo de municipalização do Aeroporto de Macaé

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A agenda do prefeito de Macaé, Dr. Aluízio (PMDB), em Brasília, esteve para lá de agitada esta semana. Isso porque, na capital federal, o chefe do Executivo manteve compromissos importantes para o desenvolvimento da cidade. Além de participar de audiência pública que debateu o novo Marco Regulatório do Pré-Sal no país, o peemedebista também iniciou a luta pelo processo de municipalização do aeroporto.

No Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, o prefeito protocolou o pedido de municipalização do aeroporto - que, atualmente, não opera com vôos comerciais. O documento foi recebido pelo Assessor Especial da Presidência da República, Solimar José. A expectativa é que a medida permita ao Governo realizar melhorias significativas nas dependências estruturais, bem como nos serviços prestados.

De acordo com Dr. Aluízio, o momento de busca pela diversificação da economia é imperativo. "Macaé e as cidades da nossa Região têm vocação natural para o turismo. Nossa cidade, por exemplo, oferece modalidades diversificadas desde a serra ao mar. O pleno funcionamento do nosso aeroporto potencializará essa atividade", explicou.

Presidente da Organização dos Municípios Produtores de Petróleo (Ompetro), Dr. Aluízio participou como palestrante convidado da audiência pública da Comissão Especial (PL 4567/16) – Petrobras e Exploração do Pré-Sal da Câmara dos Deputados. O chefe do Executivo macaense foi convidado pelo presidente da comissão, o deputado federal (ES), Lelo Coimbra, para discutir sobre os “Impactos da redução do ritmo de exploração do pré-sal nas finanças de estados e municípios”.

 

Pré-Sal em pauta

 

Dr. Aluízio ressaltou que a quebra do marco regulatório do pré-sal é essencial para a retomada da exploração do petróleo e, consequentemente, da economia nacional e na geração de empregos. Para o prefeito, a grande pergunta é: "A Petrobras tem capacidade de fomentar investimentos que possam ser revertidos para a população?".

Segundo o prefeito, a curto prazo de forma muito clara e imediata, é preciso rever a posição da Petrobras na condição de operadora única. "Há um estudo da Abespetro que diz que a cada bilhão de investimento, 25 mil novos empregos são gerados. Não só existe dificuldade do investimento, mas o grande dano está na falta da previsão da atividade do petróleo naquilo que toca à rodada de leilões", afirmou.

Na palestra, Dr. Aluízio lembrou dos incentivos fiscais que Macaé promoveu para a indústria do setor, com objetivo de garantir os empregos na cidade. "A economia do petróleo passa por uma grande crise nacional e internacional. O emprego secundário à indústria do petróleo não é o emprego secundário, é o emprego que sustenta o cidadão, uma família, que sustenta uma cadeia da economia. Há um só fator que não pode mais esperar: o desempregado. O desemprego é em escala para um conjunto de pessoas".

O prefeito completou sua participação na audiência pública, destacando a necessidade de novas operadoras, que tragam o ‘dinheiro novo’. Em sua avaliação, isso faz com que a atividade volte a ser pujante, mesmo com o preço do barril do petróleo a 50 dólares. "Tenho certeza que essa Casa vai ter a capacidade de apreciar essa pauta da forma mais hábil possível. Essa é uma pauta para o Estado e o país, para que possa amenizar o dia a dia de uma população que está sem emprego", resumiu.

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