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Educação inclusiva através da música é tema de documentário da 2ª edição presencial na volta do Curta no Museu de Macaé

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Em sua 2ª edição presencial desse ano, o Curta no Museu volta a acontecer nesta quarta-feira, 27, às 19h, no Solar do Mellos, no centro da cidade, com o filme enCantando, do fotógrafo e jornalista, Raphael Bózeo.

Com entrada franca, o evento que mais uma vez será realizado no pátio do Solar dos Mellos, visa trazer reflexões sobre a inclusão social de pessoas com necessidades especiais pela música, através do documentário sobre o Sentrinho, instituição de ensino e terapia com mais de 30 anos e que assiste a cerca de 200 crianças e jovens em Macaé.

O trabalho conta uma série de entrevistas e imagens feitas em conjunto com Franklin Santos, Auériton Castro e Letícia Proença, sobre eventos do Projeto Gourmet Musical da Escola Sentrinho, no bairro Sol y Mar.

No filme, o diretor apresenta a inclusão social pela cultura e pela música de forma emocionante e alegre, mas que passa pela perseverança e determinação dos idealizadores da instituição dirigida pela professora Rita Nolasco Manhães.

“É um documentário muito forte, que mexe com algumas emoções e as pessoas se conectam. Convido a assistirem”, disse Raphael Bózeo.

Integrando o projeto Pelos Cantos de Macaé, o filme encantando faz parte de uma série de 4 documentários premiados pelo edital Retomada Cultural RJ, do governo estadual, criado em cumprimento à Lei Aldir Blanc.

Segundo a prefeitura, o projeto inclui ainda as sociedades musicais, Nova Aurora e Lyra dos Conspiradores, além da Confraria Samba, Choro e Poesia, sendo o 2º projeto de Raphael Bózeo contemplado em editais da Lei Aldir Blanc, já que, em 2021, o fotógrafo e jornalista assinou também o documentário O Estreito Botequim, que conta a história do bar boêmio, Bico da Coruja, na Imbetiba.

O documentário encantando tem direção geral, roteiro, edição e filmagem de Raphael Bózeo, produção Flaviá Picon, assistência de produção de Ana Carolina Mussi, fotografia e coordenação de comunicação de Camila Bózeo, e identidade visual de Élida Ribeiro.

A prefeitura lembra que, assim como em outras edições do projeto Curta no Museu, após a exibição do documentário, haverá uma roda de conversa sobre educação inclusiva e produção cultural, apresentada pelo produtor do evento, Hélder Santana.

“O Curta no Museu vem, há anos, buscando valorizar o audiovisual regional, nossos artistas, técnicos e nossas paisagens. E o mais importante, dialogar com a cidade sobre as questões levantadas pelos filmes”, concluiu Hélder Santana.

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