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Dr. Aluízio alerta para perdas do Estado do Rio caso projeto da Alerj que revê adesão ao Repetro seja aprovado

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Prefeito de Macaé, Dr. Aluízio (PMDB) faz novo alerta sobre avanços de projeto do Repetro na Alerj e diz que, caso seja aprovado, projeto vai entregar “de mão beijada” 30% do PIB do Rio para o Estado de São Paulo

O Prefeito de Macaé, Dr. Aluízio (PMDB), deu novas declarações a respeito dos projetos que tramitam na Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj), que revogam a adesão do estado ao Repetro.

Além disso, os projetos, de autoria dos deputados Luiz Paulo (PSDB) e André Ceciliano (PT), também revisa o regime, excluindo as isenções para a fase de produção e desenvolvimento, deixando apenas os benefícios fiscais para a indústria do petróleo para a fase de exploração.

“Trocando em miúdos, estamos definitivamente entregando de mão beijada para o Estado de São Paulo 30% do PIB do Rio, mais de 100 mil postos de trabalho e a certeza de que petróleo não é maldição nem redenção, somente mais uma atividade econômica que o estado desperdiça”, escreveu Dr. Aluízio, em texto publicado pelo Jornal O Globo desta terça-feira, 27.

O prefeito lembra que a medida retrocede com os avanços conseguidos pelo setor no ano passado, com o fim do operador único, a retomada da rodada dos leilões do pré-sal e do pós-sal, a flexibilização do conteúdo local, a nova diretoria técnica da Petrobras, a despolitização da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e justamente o Repetro, que foi prorrogado de 2020 a 2040 pelo Congresso Nacional.

“Nesse cenário, o estado deixa de atrair investimentos de empresas e perde aproximadamente 409 bilhões de reais em arrecadação de royalties e participações especiais. Com a perda de empregos, deixa de gerar também 8 bilhões de reais de renda por ano”, concluiu Dr. Aluízio, lembrando ainda que mais de 80% das reservas provadas de petróleo e 55% de gás estão em território fluminense.

“Se a Alerj avançar [com os projetos], o petróleo será infortúnio para nós, fluminenses”, finaliza o texto.


 

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