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Deputada federal de Campos pode perder mandato caso Justiça Eleitoral valide votos de ex-prefeito de Maricá

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Deputada federal Clarissa Garotinho (PROS) pode ficar fora do Congresso Nacional no próximo mandato caso Justiça Eleitoral declare válidos os mais 74 mil votos recebidos por Washington Quaquá (PT)

Com 5 representantes, 3 de Macaé e 2 de Campos dos Goytacazes, eleitos no último dia 7 de outubro, a Região Norte Fluminense pode perder um de seus representantes na Câmara Federal no mandato que se inicia no próximo dia 1 de janeiro de 2019.

A prejudicada seria a atual deputada federal de Campos, Clarissa Garotinho (PROS), filha do ex-governador Anthony Garotinho (PRP), que pode perder a vaga no Congresso caso o recurso do ex-prefeito de Maricá, Washington Quaquá (PT) seja aceito pela Justiça Eleitora.

Com 74.415 votos, Quaquá foi considerado inelegível pelo Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Rio (TRE-RJ), mas entrou com recurso junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e pode ter validados os seus votos, o que lhe garantiria o mandato.

Caso Quaquá seja eleito, a recontagem dos votos, segundo o site do jornal Diário Carioca na última terça-feira, 23, causaria a saída de Clarissa, já que com os mais de 74 mil votos em favor do PT, o PROS passaria a ser o partido da coligação com pior desempenho, tirando a vaga da deputada federal campista.

Com isso, o também deputado federal Jean Wyllis (PSOL), que fez menos votos que Clarissa, acabaria salvo pela votação expressiva de Marcelo Freixo (PSOL), segundo deputado federal mais votado no 1º turno das eleições gerais deste ano, e que colocam o PSOL na frente do PROS.

Se a eleição de Quaquá se confirmar, a Região Norte Fluminense ficará apenas com 4 representantes da Câmara Federal, o delegado de Polícia Federal (PF), Felício Laterça (PSL), com atuação destacada na PF de Macaé; além de Christino Áureo (PSD), Soraya Santos (PR) os dois de Macaé; e de Wladimir Garotinho (PRP), de Campos.


 

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