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Depois de Cabo Frio e Rio das Ostras, agora Iguaba Grande também deve ter novas eleições para prefeito e vice

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A agora ex-prefeita de Iguaba Grande, Ana Grasiella (PP), foi mais uma prefeita da região a ter seu mandato extinto por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou na última segunda-feira, 11, que mais um município da região deve ter eleições suplementares neste já conturbado ano de 2018. Depois de Cabo Frio e Rio das Ostras, dessa vez o anúncio foi feito para o município de Iguaba Grande, na Região dos Lagos.

O novo pleito deve ser convocado em breve depois de agora ex-prefeita, Ana Grasiella (PP), ter seu mandato cassado pelo TSE, seguindo o que aconteceu com os ex-prefeitos, Marquinho Mendes (PMDB) em Cabo Frio, e com Carlos Augusto Balthazar (PMDB) em Rio das Ostras.

Assim como nas duas cidades vizinhas, as eleições suplementares para prefeito e vice de Iguaba Grande completarão o mandato vigente, iniciado em 1 de janeiro de 2017 e que terminará em 31 de dezembro de 2020, ano que se realizarão as novas eleições municipais em todo país.

Vencedora das eleições de 2016 com 7.660 votos, Ana Grasiella apresentou recurso contra sua inelegibilidade, mas o ministro do TSE, Ricardo Lewandowski, rejeitou a apelação da ex-prefeita, e, com isso, a chapa, que tinha como vice, Leandro Coutinho (PMDB), acabou cassada.

Segundo a jornalista Berenice Seara publicou em sua coluna no Jornal Extra, do Rio, a Câmara Municipal de Iguaba Grande já foi notificada da decisão ainda na segunda-feira pelo Juízo da 181ª Zona Eleitoral (181ª ZE), do município, para adotar as providências necessárias à administração da cidade.

Até que sejam realizadas as novas eleições para prefeito e vice, o município será governado interinamente pelo presidente do Legislativo municipal, Balliester (PP), deixando o vice, Tikinho (PP), no comando da Câmara.

Ainda não há data para a votação do novo prefeito, e como este é em ano eleitoral onde serão eleitos presidente, governadores, deputados estaduais e federais e senadores, o TSE precisa autorizar a realização do pleito, o que deve acontecer dentro dos próximos dias.

Além disso, o Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Rio (TRE-RJ) ainda precisa analisar questões técnicas, como o número de urnas e a compatibilidade do sistema de informática. Vale lembrar ainda que esta será a quarta eleição suplementar no estado, pois além das outras cidades da região, o município de Teresópolis também precisou de suplementares para conhecer seu novo prefeito, Vinicius Claussen (PPS), que venceu o pleito suplementar realizado no início deste mês.


 

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