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Cidades da Região dos Lagos e do Norte Fluminense apresentam piora em índice de infestação do Aedes aegypti

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Agentes de combate a endemias de Macaé realizaram importante trabalho durante todo o ano, mas cidade apresentou piora em Levantamento de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa - LIA) 2018 do Ministério da Saúde, relação ao ano passado

O Ministério da Saúde divulgou recentemente a lista do Levantamento de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa – LIA) 2018, com todos os municípios brasileiros, e a região, de maneira geral, apresentou uma piora em relação à lista de 2017.

Com a chegada do verão e a temporada de chuvas da virada de ano, aumenta a preocupação com o mosquito vetor de doenças como a dengue, a zica e a chikungunya, que aterrorizam o Estado do Rio e a região.

Em 2017, apenas duas cidades da região apareciam na lista com a marcação amarela, com a situação em estado de alerta, enquanto as restantes apareciam com a marcação verde, em situação satisfatória, e nenhuma em estado de risco, vermelho.

Neste ano, apenas 5 cidades mantém a situação satisfatória enquanto todas as outras se encontram em situação de alerta, sendo que 7 delas pioraram sua situação, aumentando os índices de infestação em 1 ano.

Das que se mantiveram na situação satisfatória, estão Quissamã, Carapebus, Cabo Frio, Armação dos Búzios e Casimiro de Abreu, mas apenas Carapebus melhorou os índices. As demais, Arraial do Cabo, Macaé, São João da Barra, São Pedro da Aldeia, Araruama, Rio das Ostras e Conceição de Macabu, saíram da marcação verde para a amarela, apresentando significativa piora dos índices de infestação do mosquito.

Em situação de alerta máximo, pelos altos índices que deixam as duas cidades próximas do estado de risco, Campos dos Goytacazes e Iguaba Grande se mantiveram na faixa amarela, mas tiveram uma piora enorme nos índices de infestação do Aedes aegypti.

A piora dos números preocupam os municípios já que, em 2018, o Estado do Rio registrou 36.102 casos de chikungunya entre janeiro e novembro deste ano, com 16 óbitos por complicações da doença.

No mesmo período, a dengue afetou 13.886 pessoas, com duas mortes, e a zika, com 2.223 pessoas, mas sem registro de morte, de acordo com dados da Secretaria Estadual de Saúde, que lembra que a população deve vigiar locais de água parada dentro das casas, já que 80% dos focos do mosquito são detectados em imóveis residenciais.


 

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