Mídias Sociais

Política

Candidato a Prefeito de Macaé derrotado em 2012 tem 12 milhões de reais em bens bloqueados pela Justiça do Estado do Rio

Avatar

Publicado

em

 

Presente dentro dos governos Sérgio Cabral (MDB), à direita na foto, e Pezão (MDB), deputado estadual Christino Áureo (PSD), à esquerda, foi eleito deputado federal nas eleições gerais de 2018

O político macaense Christino Áureo (PSD) está entre os implicados na decisão da juíza Roseli Nalin, da 15ª Vara de Fazenda Pública da Comarca da Capital, que determinou o bloqueio e indisponibilidade dos bens do deputado federal eleito no valor de 12 milhões de reais.

Além do ex-candidato a prefeito de Macaé, derrotado nas eleições municipais de 2012 pelo atual prefeito, Dr. Aluízio (sem partido), estão implicados na decisão os ex-governadores do Rio, Sérgio Cabral (MDB) e Pezão (MDB), além dos ex-deputados estaduais do Rio, Jorge Picciani (MDB) e Marco Antônio Cabral (MDB), e do ex-secretário estadual de Obras, Hudson Braga, que ficou no cargo de 2011 a 2014, servindo aos 2 governos (Pezão e Cabral).

No total, o bloqueio e indisponibilidade dos bens chegaram ao valor total de 82,3 milhões de reais de 6 políticos, entre os quais 2 ex-governadores do Rio, o filho de um deles, Marco Antônio, também conhecido como Cabralzinho, e o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj), Picciani.

A decisão foi dada a pedido do Ministério Público estadual (MP-RJ, que havia ajuizado em dezembro uma ação civil pública por atos de improbidade administrativa contra 10 envolvidos em irregularidades em doações de campanha do então governador Pezão, do ex-governador Sérgio Cabral e de deputados estaduais em troca da concessão de benefícios fiscais e financeiros, que teriam financiado o grupo político.

Os valores, divididos, são 13 milhões de reais bloqueados de Pezão, 33 milhões de Sérgio Cabral, 40 milhões de Picciani, 31 milhões de Hudson Braga, 12 milhões de Christino Áureo e de Cabralzinho.

Segundo o Tribunal de Justiça do Estado do Rio (TJ-RJ) explicou, por fim, que a decisão determina também o bloqueio de 37 milhões reais do MDB, 900 mil reais do PDT e 25 mil reais do PSD, além de intimar a depor o procurador-geral de Justiça do Estado do Rio, Eduardo Gussem, no cargo desde 2017.

Mais lidas da semana