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Câmara Municipal de Macaé anuncia acordo entre prefeitura e BRK Ambiental para retomada das obras de esgoto

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Em reunião na Câmara, vereadores e representantes da BRK Ambiental debatem andamento das obras de saneamento no município

Em sessão da Câmara Municipal de Macaé desta terça-feira, 2 de outubro, representantes da BRK Ambiental anunciaram que, após regularização de parte da dívida do município com a concessionária, as obras que ampliam o saneamento básico e o tratamento do esgoto em Macaé voltarão a avançar.

Segundo o Legislativo, a BRK já teria investido cerca de 151 milhões de reais na cidade, tendo recebido 72 milhões de reais do fundo garantidor, enquanto a prefeitura só teria pago 51,8 milhões de reais, restando ainda 15,3 milhões de reais, de acordo com a empresa.

Em 2012, durante o governo do ex-prefeito Riverton Mussi (AVANTE), a prefeitura assinou contrato de Parceria Público-Privada (PPP) com a Empresa Foz do Brasil, depois assumido pela Odebrecht Ambiental, que acabou, depois dos escândalos da Lava Jato, sendo vendida à A BRK Ambiental.

Ao todo, já foram feitos 66 quilômetros (km) de rede, e as Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) do Mutum e do Aeroporto operam com a capacidade de 140 litros de esgoto por segundo, além da previsão de mais 600 milhões de reais em investimentos para as próximas décadas, já que o contrato de concessão tem duração de 35 anos.

De acordo com a Câmara, no último dia 12 de setembro, a prefeitura enviou um comunicado para que a empresa retome os investimentos, com foco em bairros da região central, como Jardim Vitória, Jardim Santo Antônio, Vale Encantado, Praia Campista e Riviera Fluminense. Segundo o diretor da BRK, Sergio Trentini, haverá crescimento das ações já em 2019.

O Legislativo informou ainda que a meta da prefeitura é saltar dos atuais 38% para 60% de cobertura do tratamento do esgoto na cidade. Desde que as obras começaram, em 2013, já no governo do Prefeito Dr. Aluízio (sem partido), a cobertura da rede de esgoto no município saltou de apenas 2% para os atuais 38%.


 

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