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Câmara de Campos aprova Lei de Diretrizes Orçamentárias para exercício de 2019

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Vereadores aprovam Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2019 (LDO-2019) da Prefeitura de Campos dos Goytacazes, mas “dança das cadeiras” continua e mais parlamentares podem perder cadeira

A Câmara Municipal de Campos dos Goytacazes aprovaram nesta semana a Lei de Diretrizes Orçamentárias para o ano de 2019 (LDO-2019) em sessão ordinária realizada na última quarta-feira, 20.

Enviado pelo gabinete do Prefeito Rafael Diniz (PPS), a matéria dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da Lei Orçamentária Anual de 2019 (LOA-2019) e, mesmo com muitos parlamentares ausentes, foi aprovada por unanimidade.

“Gostaria de dar uma justificativa para Associação Raízes, que nos apresentou solicitações de emendas durante a audiência pública sobre a LDO. Todas elas foram avaliadas e verificamos que são sugestões para a LOA e para o Plano Plurianual (PPA). Sendo assim, foram encaminhadas para a procuradoria da prefeitura, para que sejam analisadas”, explicou o presidente da Casa, Marcão Gomes (PR).

Entre os vereadores ausentes à sessão, estava Neném (PTB), Pastor Vanderly (PRB), Joilza Rangel (PSD), Abu (PPS), Cabo Alonsimar (PTC), Thiago Ferrugem (PR) e Thiago Godoy (PR), quer justificaram as ausências.

Dança das cadeiras – Ainda nesta semana, a Câmara de Campos deu posse a mais um suplente, nesta quinta-feira, 21, repetindo uma prática que se tornou tão corriqueira no Legislativo campista que já é chamada pela imprensa local de “dança das cadeiras”.

O último a herdar uma cadeira foi o vereador Renatinho do Eldorado (PTC), que tomou posse da vaga que seria de Beto Cabeludo (PTC), mais um suplente, que alegou estar fora do país para justificar a impossibilidade de assumir o cargo.

A vaga do PTC era de Carlinhos Canaã, que deixou o cargo por envolvimento no que já está se tornando, pelo menos no Legislativo, o maior escândalo de corrupção envolvendo parlamentares do município.

Assim como todos os outros vereadores afastados do cargo neste mandato, Carlinhos Canaã estaria envolvido no esquema investigado pela Operação Chequinho, que apura o uso de benefícios do programa social Cheque Cidadão para compra de votos nas eleições municipais de 2016.

E, ao que parece, a “dança das cadeiras” pode ter novos capítulos nas próximas semanas. Segundo o site Notícia Urbana, o próximo nome a deixar a Câmara por envolvimento com a Operação Chequinho será o do vereador Thiago Godoy (PR), que deve ser substituído por Eduardo Crespo (PR).

 

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