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Às vésperas das eleições suplementares para prefeito e vice de Iguaba Grande, candidatos enfrentam problemas na Justiça

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Com as eleições suplementares para prefeito e vice marcadas para este domingo, 2 de junho, a cidade de Iguaba Grande terá uma disputa complicada com 5 candidatos querendo assumir a cadeira mais importante do Executivo municipal.

Em ordem alfabética, concorrem, Jeffinho (PTC), candidato pela PTC/PTB, que tem como vice Professor Alvinho (PTB); Miqueias Gomes (MDB), pela coligação MDB/PP/PV, e que tem como vice Doutor Alessandro (PV); Rodolfinho Pedrosa (PR), pela coligação PR/DEM/PSDB, que tem como vice Nilson Amorim (PSDB); Vantoil Martins (PPS), pela coligação PPS/PSB, trazendo como vice Alexandre da Farmácia (PSB); e Washington Tahim (PSL), tendo como vice Suboficial Lincoln (SOLIDARIEDADE), na chapa da coligação PSL/SOLIDARIEDADE.

Quem ainda está em dúvida, pode conferir o perfil dos candidatos, com informações como profissão, grau de instrução, lista de bens declarados, entre outras, no site divulgacandcontas.tse.jus.br.

O vencedor exercerá o mandato até 31 de dezembro de 2020, ano que haverá as eleições municipais conforme estabelecido pelo calendário eleitoral, deixando o cargo para o candidato que será eleito 2 meses antes do fim do mandato.

As eleições suplementares em Iguaba Grande foram convocadas para substituir a prefeita afastada Grasiella Magalhães (PP), que teve o registro de candidatura indeferido após decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em junho de 2018.

E mesmo na véspera das eleições suplementares, a situação dos candidatos não é das melhores em relação à Justiça. De acordo com a colunista Berenice Seara, do jornal Extra, da capital fluminense, Rodolfinho Pedrosa foi condenado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Rio (TRE-RJ) por 3 vezes só na última semana, somando 175 mil reais em multas por irregularidades durante a campanha, entre elas ataques a rivais e pesquisas ilegais.

Outro que está sendo observado pela Justiça, o vereador Vantoil Martins foi alvo de uma investigação eleitoral do Ministério Público do Estado do Rio (MPRJ) por suposto abuso de poder econômico junto com o prefeito interino, o presidente da Câmara, Balliester (PP), que assumiu a prefeitura após a impugnação da chapa vencedora em 2016.

Como resultado das investigações, a juíza da 181ª Zona Eleitoral da cidade, Valeria Veiga de Oliveira, concedeu uma liminar determinando que não seja feita mais nenhuma inauguração no período eleitoral, além de suspender as contratações e nomeações desde 22 de março.

Mas a dupla, que tem fortes ligações com a política local, já que Rodolfinho, derrotado por Grasiella Magalhães nas últimas eleições municipais, não é a única a ter problemas na Justiça. Washington Tahim também entrou na mira, alvo de denúncia pelo uso de publicações patrocinadas irregulares nas redes sociais, além de ter sido condenado a tirar do ar postagens divulgando pesquisas ilegais.

Os outros 2 candidatos, Jeffinho e Miqueias Gomes, que também são vereadores na cidade, seguem, até esta quinta-feira, 30 de maio, sem problemas junto à Justiça Eleitoral, restando poucos dias para a disputa na urna. E que se decida na urna.

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