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Aprovado pelo Senado, projeto do etanol tem pedido de urgência rejeitado pela Câmara

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Com a rejeição da urgência, Câmara Federal terá prazo mais dilatado para discutir projeto de lei que permite venda direta do etanol das usinas para os postos de combustíveis

A Câmara Federal rejeitou o pedido de urgência para o projeto que visa permitir a comercialização direta de etanol das usinas para postos de combustível, sem a necessidade de venda a distribuidores.

Aprovado pelo Senado, o projeto chegou à Câmara em consenso entre os próprios senadores, principalmente da bancada governista, e conseguiu apenas 213 votos dos 257 que precisava para aprovação do pedido de urgência. Outros 98 deputados votaram contra.

Mesmo que venha a ser aprovado pelos deputados, o projeto ainda pode retornar aos senadores caso haja qualquer alteração no texto, que podem ser feitas através de emendas dos parlamentares, principalmente agora, com prazo de tramitação mais dilatado.

A medida tem como objetivo responder à recente crise deflagrada com a greve dos caminhoneiros no final de maio, que provocou problemas de abastecimento em todo o país e trouxe à tona questionamentos sobre a necessidade de rediscussão da política de preço dos combustíveis do governo federal, que movimentou projetos legislativos relacionados ao tema.


 

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