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Vídeo: DJ preso em boate de Rio das Ostras fala pela primeira vez após liberdade: “Sete dias sem comida e numa cela cheia de bichos”

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Após passarem uma semana presos, Gabriel Antônio Serrasqueiro, conhecido como DJ Gabe, e seu produtor, Victor Matias Gama, conseguiram, no último sábado (23), liberdade,  após um juiz da Vara Criminal de Rio das Ostras, o pedido da defesa e revogar a prisão preventiva. Assim, ambos responderão ao julgamento em liberdade.

Em seu perfil oficial no instagram @djgabeoficial, o artista publicou um vídeo onde relata pela primeira vez momentos que passou preso na Casa de Custodia Dalton Crespo de Castro, em Campos dos Goyatacazes.

No vídeo Gabriel, o Dj Gabe, afirma que passou sete dias sem água, comida, numa cela cheia de bichos e com inúmeros criminosos, ele relatou ainda que foi humilhado e sofreu maus tratos, e declarou que foi vítima de uma injustiça, assista:

 

Gabe estava preso desde o dia 16, quando foi detido com outras quatro pessoas por tráfico de drogas na Operação Dama de Negro na boate La Playa, no bairro Enseada das Gaiovotas, em Rio das Ostras.

No pedido feito à Justiça, o advogado de Gabe, Patrick Berriel, afirmou que o DJ nunca foi investigado e deveria responder ao processo em liberdade. Ele também disse que será comprovado que o cliente não estava vendendo nenhum tipo de entorpecente.

“Com a liberdade do DJ Gabe, a verdade começa a ser reestabelecida. A absolvição é somente uma questão de tempo”, disse o advogado. DJ Gabe já tocou em grandes festas no Brasil e no exterior e se apresentava na boate quando foi preso. Antes da prisão, o DJ postou um vídeo da festa em uma rede social. Em seu Instagram, Gabe celebrou a conquista, sendo festejado por todos os seus apoiadores.

Operação Dama de Negro

De acordo a Polícia Civil, a operação foi deflagrada após denúncias de que, na boate La Playa, onde o evento ocorreu, havia “grande movimentação de traficantes e usuários de drogas”. Foram encontrados com os acusados ecstasy, maconha, cocaína, LSD e frascos com “cheirinho da loló”. Doze pessoas chegaram a ser conduzidas à delegacia, mas apenas cinco ficaram presas.

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