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Operação contra pirataria de cursos preparatórios para concursos tem alvos em Araruama e Saquarema

Bertha Muniz

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A Polícia Civil do Rio prendeu, nesta nesta terça-feira (21), nove pessoas na Operação Black Hawk, contra pirataria de materiais de cursinhos preparatórios para concursos públicos.

Segundo as investigações, a quadrilha invadia sistemas há pelo menos 20 anos e faturou R$ 15 milhões anunciando apostilas e videoaulas pirateadas, vendidas por valores menores.

São cumpridos nove mandados de prisão e 19 de busca e apreensão. Araruama e Saquarema estão entre as cidades que receberam os agentes. Além dos municípios da região, equipes saíram para endereços na capital, Nova Iguaçu, Niterói, São Gonçalo e nas cidades mineiras de Juiz de Fora e Borda da Mata, onde Lothar Alberto Rossmann, 71 anos, hacker do grupo, foi detido. Ele era o responsável por quebrar a criptografia do streaming dos vídeos dos cursos e armazenar em uma nuvem própria para os alunos.

Mais de 100 policiais foram escalados para a ação. O ex-aluno da Academia Militar das Agulhas Negras (Aman) Antônio de Jesus Cabral, de 35 anos, também foi preso. Ele gerenciava as plataformas virtuais de onde o material era transmitido.

Os cursos verdadeiros, que custavam de R$ 500 a R$ 10 mil, eram pirateados e vendidos pelos criminosos por até 10% do valor original na maior plataforma virtual de cursos pirateados do país.Quadrilha já faturou cerca de R$ 15 milhões e deixou prejuízo de R$ 65 milhões aos cursos originais.

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