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Fotos de suspeitos de matar casal em porta de boate são divulgadas no portal de procurados

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Rio das Ostras tem passados por episódios que tem chocado a população. De alunos armados em colégios municipais a homicídios, cada dia os munícipes podem contar uma surpresa desagradável diferente.

 

A boa noticia é que, nesta quinta-feira, dia 21, os dois suspeitos de terem cometido o duplo homicídio de Mayk dos Santos Campos, de 28 anos, e Paloma Brandão, de 24, mortos na saída de uma boate no dia 7 de julho,  já foram identificados. Os rostos Daniel da Cunha Silveira e José Átila Coqueiro Dias, vulgo Dil, já estão divulgados  no  Portal dos Procurados da Polícia Civil.

 

De acordo com a polícia, o casal e mais um amigo, haviam acabado de sair de uma festa, na região central da cidade, e foram comer um lanche antes de irem para casa. Segundo as investigações, Daniel foi em direção às vítimas e disparou diversas vezes. O amigo também ficou ferido.

 

Ainda de acordo com as investigações, o motivo de crime foi uma discussão dentro da boate. Paloma teria jogado um copo em Daniel, depois de ele ter entornado bebidas na vitima. Depois do crime, Daniel fugiu e contou com ajuda de José Átila, que ficou como motorista para facilitar a fuga do local do crime.

 

Os dois foram indiciados pelo crime de homicídio qualificado, com pedido de prisão Temporária de 30 dias.

 

Segundo a polícia, contra José Átila ainda consta um mandado de prisão por tráfico de drogas e associação para a produção e tráfico. E contra Daniel, também consta um mandado de prisão pelo crime tráfico de drogas e condutas afins com aumento de pena por tráfico ilícito de drogas. Os dois os dois possuem passagem pelo sistema prisional do Rio de Janeiro, entre 2011 e 2013, de acordo com a Polícia Civil.

 

Quem tiver qualquer informação a respeito do paradeiro dos suspeitos, pode denunciar através do Whatsapp ou Telegram dos Procurados, pelo número (21) 96802-1650; pelo facebook, via mensagem, ou pelo mesa de atendimento do Disque-Denúncia (21) 2253-1177. O anonimato é garantido pela Polícia Civil.

 

 

Flávia Martins

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